Acompanhamos com entusiasmo as notícias da luta dos nossos companheiros do Sindivários de Araxá (Minas Gerais, Brasil), filiado na anarco-sindicalista COB (Confederação Operária Brasileira, secção brasileira da AIT),que há mais de 5 anos vêm promovendo lutas sociais na área dos transportes públicos, realizando piquetes e manifestações em torno de um conjunto de reivindicações concretas.
Nos últimos meses, em virtude das mobilizações nacionais em torno da questão dos transportes, as manifestações promovidas tornaram-se multitudinárias, bloqueando vias públicas e interesses directos das grandes empresas da cidade e enfrentando uma dura repressão. No decurso destas manifestações, dois membros do Sindivários foram detidos e acusados de “formação de quadrilha, desacato e desobediência”, decorrendo ainda o processo contra os mesmos.
Na sequência destes eventos, foi organizado, como ferramenta para a autogestão das lutas, um Comité de luta contra a carestia de vida, reunindo organizações e assembleias de bairro numa “agrupação horizontal, assembleária e federalista que visa a conquista do máximo bem-estar imediato e utiliza estas lutas para desenvolver os meios de autogestão total”.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Comunicado da ZSP - secção polaca da AIT: Fundo Anti-repressão aos Trabalhadores
Solidariedade e defesa legal para os trabalhadores e sindicalistas reprimidos!
Na batalha contra a exploração, os trabalhadores na Polónia estão actualmente numa posição muito delicada. Em muitas empresas os direitos dos trabalhadores são violados e eles desejam que a sua situação seja dada a conhecer.
Infelizmente, para falar publicamente sobre essas violações, os trabalhadores são, muitas vezes, despedidos. Um bom exemplo foi o caso recente de Jarek, demitido da BRW Sofa por ter publicado um artigo no jornal sobre como o Código do Trabalho era violado nessa fábrica. E existem muitas situações como esta.
Porque a ZSP publicou o que disseram os trabalhadores sobre aquela empresa, a BRW Sofa fez com que ficássemos na mira da polícia - do Departamento de Crimes Económicos - que está a perseguir as pessoas e, provavelmente, iniciar contra elas algum processo criminal.
Ninguém sabe qual o crime que a BRW imagina que cometemos. A empresa é propriedade de um dos homens mais ricos da Polónia e persegue os trabalhadores e activistas que se defendem.
Quando as empresas não conseguem chegar aos trabalhadores, vão atrás das organizações que os apoiam. Se estas não estiverem registadas, tentam então chegar aos proprietários dos sites de internet das organizações.
Porque têm sido despedidas pessoas e outras podem vir a sê-lo e encontrar-se numa situação financeira difícil, e porque precisamos de dinheiro para ajuda jurídica em diversas situações que enfrentamos agora, criámos um fundo anti-repressão, a fim de ajudar os trabalhadores que foram reprimidos ou estão a ser processados por falar sobre as suas condições de trabalho.
Por favor, contribui!
Número da conta: PL45 1440 1299 0000 0000 1545 1459
Mais informações: informatyka@zsp.net.pl ou is@zsp.net.pl
Na batalha contra a exploração, os trabalhadores na Polónia estão actualmente numa posição muito delicada. Em muitas empresas os direitos dos trabalhadores são violados e eles desejam que a sua situação seja dada a conhecer.
Infelizmente, para falar publicamente sobre essas violações, os trabalhadores são, muitas vezes, despedidos. Um bom exemplo foi o caso recente de Jarek, demitido da BRW Sofa por ter publicado um artigo no jornal sobre como o Código do Trabalho era violado nessa fábrica. E existem muitas situações como esta.
Porque a ZSP publicou o que disseram os trabalhadores sobre aquela empresa, a BRW Sofa fez com que ficássemos na mira da polícia - do Departamento de Crimes Económicos - que está a perseguir as pessoas e, provavelmente, iniciar contra elas algum processo criminal.
Ninguém sabe qual o crime que a BRW imagina que cometemos. A empresa é propriedade de um dos homens mais ricos da Polónia e persegue os trabalhadores e activistas que se defendem.
Quando as empresas não conseguem chegar aos trabalhadores, vão atrás das organizações que os apoiam. Se estas não estiverem registadas, tentam então chegar aos proprietários dos sites de internet das organizações.
Porque têm sido despedidas pessoas e outras podem vir a sê-lo e encontrar-se numa situação financeira difícil, e porque precisamos de dinheiro para ajuda jurídica em diversas situações que enfrentamos agora, criámos um fundo anti-repressão, a fim de ajudar os trabalhadores que foram reprimidos ou estão a ser processados por falar sobre as suas condições de trabalho.
Por favor, contribui!
Número da conta: PL45 1440 1299 0000 0000 1545 1459
Mais informações: informatyka@zsp.net.pl ou is@zsp.net.pl
sábado, 27 de julho de 2013
Resumo das acções de solidariedade com os trabalhadores do Minipreço
Na quinta-feira, dia 25, a partir das 19h, realizaram-se acções no Porto, Lisboa, Setúbal e Faro, em solidariedade com os 4 trabalhadores do supermercado Minipreço da Rua Miguel Bombarda (Porto) transferidos por terem aderido à Greve Geral de 27 de Junho. As acções foram convocadas na Internet e realizadas por iniciativa de pessoas solidárias.
- No Porto, entre as 19h e as 21h, as caixas de pagamento do Minipreço da Rua Miguel Bombarda estiveram bloqueadas, o livro de reclamações foi preenchido massivamente por mais de 100 pessoas e os clientes foram sensibilizados para o caso. Nos dias anteriores, já tinham sido colados cartazes de solidariedade nas imediações desta loja do Minipreço.
- Em Lisboa, cerca de duas dezenas de pessoas concentraram-se em frente ao Minipreço da Rua Carlos Mardel, por baixo dos escritórios desta empresa. Foram distribuídas centenas de comunicados às pessoas que entravam na loja, que iam sendo informadas sobre a situação dos 4 trabalhadores do Minipreço do Porto. Foram vários os clientes que manifestaram a sua indignação e desistiram de fazer compras no supermercado.
- Em Setúbal, foram distribuídos cerca de 400 panfletos de solidariedade com os trabalhadores do Minipreço e com os estivadores do porto de Lisboa a clientes de duas lojas do Minipreço (5 de Outubro e Av. Guiné-Bissau) bem como a muitas outras pessoas nas ruas circundantes e em automóveis estacionados.
- Em Faro, foram distribuídos 80 comunicados aos clientes e trabalhadores do Minipreço da Praça Ferreira de Almeida. Os trabalhadores de um restaurante próximo solidarizaram-se, preenchendo o livro de reclamações do Minipreço.
- No Porto, entre as 19h e as 21h, as caixas de pagamento do Minipreço da Rua Miguel Bombarda estiveram bloqueadas, o livro de reclamações foi preenchido massivamente por mais de 100 pessoas e os clientes foram sensibilizados para o caso. Nos dias anteriores, já tinham sido colados cartazes de solidariedade nas imediações desta loja do Minipreço.
- Em Lisboa, cerca de duas dezenas de pessoas concentraram-se em frente ao Minipreço da Rua Carlos Mardel, por baixo dos escritórios desta empresa. Foram distribuídas centenas de comunicados às pessoas que entravam na loja, que iam sendo informadas sobre a situação dos 4 trabalhadores do Minipreço do Porto. Foram vários os clientes que manifestaram a sua indignação e desistiram de fazer compras no supermercado.
- Em Setúbal, foram distribuídos cerca de 400 panfletos de solidariedade com os trabalhadores do Minipreço e com os estivadores do porto de Lisboa a clientes de duas lojas do Minipreço (5 de Outubro e Av. Guiné-Bissau) bem como a muitas outras pessoas nas ruas circundantes e em automóveis estacionados.
- Em Faro, foram distribuídos 80 comunicados aos clientes e trabalhadores do Minipreço da Praça Ferreira de Almeida. Os trabalhadores de um restaurante próximo solidarizaram-se, preenchendo o livro de reclamações do Minipreço.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Sobre uma nota da Comissão Sindical CESP/CGTP-IN
Reproduzimos abaixo uma nota proveniente da Comissão Sindical CESP/CGTP-IN, na empresa Dia/Minipreço, relativa à campanha de boicote iniciada contra essa cadeia de supermercados no seguimento da transferência forçada de quatro trabalhadores por terem tomado parte na última greve geral, a 27 de Junho.
Por uma simples questão de solidariedade de classe, sem a qual a luta dos trabalhadores estará invariavelmente condenada ao isolamento e à derrota, somos perfeitamente indiferentes à acusação de nada termos a ver com os trabalhadores do grupo ou seus representantes. É importante que situações como a do Minipreço comecem a ser alvo de uma resposta contundente por parte dos trabalhadores, não apenas dos directamente implicados, mas de todos. Só dessa forma se poderá pôr cobro à impunidade de que gozam actualmente os patrões em tantas empresas e que fazem com que, para tantos trabalhadores, todos os direitos que as leis prevêem e os sindicatos defendem não passem de uma miragem.
Também não nos podem escapar as limitações de uma organização sindical que, ao tomar conhecimento de uma acção de solidariedade para com trabalhadores reprimidos por terem feito greve, tem por única resposta um escasso comunicado onde condena a acção e procura desmarcar-se dela. Uma vez que nada é dito a esse respeito, só nos podemos interrogar sobre o que, no entender da mesma comissão, ajuda à resolução dos problemas que afectam os trabalhadores da empresa que, aparentemente, pretende tornar em seu exclusivo monopólio.
Fontes: [1] [2]
Por uma simples questão de solidariedade de classe, sem a qual a luta dos trabalhadores estará invariavelmente condenada ao isolamento e à derrota, somos perfeitamente indiferentes à acusação de nada termos a ver com os trabalhadores do grupo ou seus representantes. É importante que situações como a do Minipreço comecem a ser alvo de uma resposta contundente por parte dos trabalhadores, não apenas dos directamente implicados, mas de todos. Só dessa forma se poderá pôr cobro à impunidade de que gozam actualmente os patrões em tantas empresas e que fazem com que, para tantos trabalhadores, todos os direitos que as leis prevêem e os sindicatos defendem não passem de uma miragem.
Também não nos podem escapar as limitações de uma organização sindical que, ao tomar conhecimento de uma acção de solidariedade para com trabalhadores reprimidos por terem feito greve, tem por única resposta um escasso comunicado onde condena a acção e procura desmarcar-se dela. Uma vez que nada é dito a esse respeito, só nos podemos interrogar sobre o que, no entender da mesma comissão, ajuda à resolução dos problemas que afectam os trabalhadores da empresa que, aparentemente, pretende tornar em seu exclusivo monopólio.
A Comissão Sindical (CESP/CGTP-IN) dos Trabalhadores da DIA/Minipreço repudia os anúncios de boicote às lojas da empresa
A Comissão Sindical CESP/CGTP-IN, na empresa Dia Portugal Supermercados, vem desta forma repudiar o boicote que algumas organizações, que nada têm a ver com os trabalhadores do grupo ou seus representantes, estão a desenvolver contra as lojas desta empresa.
Este tipo de acções, não ajudam à resolução dos problemas que afectam os trabalhadores da empresa.
Fontes: [1] [2]
Associação Internacional dos
Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Boicote aos supermercados Minipreço! Solidariedade com os trabalhadores transferidos por fazerem greve!
Concentração de solidariedade na sede do Minipreço em Lisboa - 25 Julho - 19h. R. Carlos Mardel, 49 - Lisboa (junto ao Mercado de Arroios)
No passado 27 de Junho, 4 trabalhadores do supermercado Minipreço da Rua Miguel Bombarda, no Porto, aderiram à Greve Geral, tendo esta loja permanecido encerrada durante esse dia.
Nos dias seguintes, apesar de todos os trabalhadores terem o direito a fazer greve, a administração do Minipreço resolveu punir estes 4 trabalhadores, transferindo-os para outras lojas da empresa na Maia e em Vila Nova de Gaia e dizendo-lhes que este era o castigo por terem participado na Greve Geral e um exemplo para que os restantes trabalhadores do grupo não façam greve.
A administração do Minipreço, tal como tantas outras entidades patronais neste país, pensa que poderá ficar impune apesar de desrespeitar um direito básico de todos os trabalhadores. Cabe-nos a nós, trabalhadores solidários, demonstrar que não vamos continuar a deixar que os patrões nos pisem, seja no Minipreço ou em qualquer outra empresa.
Apelamos, portanto, ao BOICOTE AOS SUPERMERCADOS MINIPREÇO e a todo o tipo de ACÇÕES SOLIDÁRIAS que façam a administração do Minipreço ceder e reintegrar os trabalhadores transferidos na loja de onde foram transferidos.
Nem mais uma agressão patronal sem resposta!
Unidos e auto-organizados, nós damos-lhes a crise!
Associação Internacional dos
Trabalhadores – Secção Portuguesa
Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Documentário “Viver a Utopia” + Jantar de apoio à AIT-SP - 20 de Julho (Sábado) no Centro de Cultura Libertária em Cacilhas/Almada

17h30 - Documentário “Viver a Utopia”
“Um documentário de 1997, produzido pela TVE e dirigido por Juan Gamero, no qual se descreve a experiência anarcossindicalista e anarco-comunista vivida na Espanha que transformou radicalmente as estruturas da sociedade em amplas zonas de resistência republicana, evento denominado como Revolução Espanhola, durante a guerra civil de 1936-39.
Consta de 30 entrevistas com sobreviventes anarquistas da Revolução Espanhola, cujo testemunho mostra a consolidação da revolução social e os antecedentes históricos do movimento libertário espanhol. Esta tarefa significou, segundo o documentário, a organização de aproximadamente 7 milhões de camponeses em comunidades agrícolas, 3000 fábricas e empresas autogestionadas nas cidades, a união de 150 mil milicianos anarquistas contra o fascismo, assim como as atividades culturais e o movimento Mulheres Livres, de mulheres contra o patriarcado.”
20h - Jantar vegano de apoio à AIT-SP
Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. – Cacilhas – Almada
http://culturalibertaria.blogspot.pt
sábado, 6 de julho de 2013
FRAUDE E PROVOCAÇÃO – ALERTA!!
FRAUDE E PROVOCAÇÃO – ALERTA!!
Alertados para um convite surgido na net de uma pretensa reunião de um pretenso “Sindicato libertário das artes, comunicação e espetáculos” e de uma pretensa “Federação Anarcosindical pró AIT”, alguns de nós, membros do SOV-Porto da AIT-SP comparecemos cerca das 21 horas de ontem, segunda-feira, 1 de Julho, na morada indicada: Rua da Constituição, 3º ,no Porto, ali a seguir à Praça do Marquês e quase em frente à Rua Visconde de Setúbal, ao lado de uma loja de reparação de materiais informáticos.
Depois de durante cerca de um quarto de hora batermos à porta sem que ninguém atendesse e depois de termos esperado mais um bocado na entrada do prédio, acabámos por saber por uma vizinha que ali era a morada de um senhor já muito conhecido e indesejável por muita gente (e por malíssimos motivos) , aqui no Porto e em Lisboa, chamado Júlio Aires, e que o mesmo fulano estaria na altura em casa pois tinha entrado há pouco tempo, antes de nós chegarmos…
quarta-feira, 3 de julho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
À luta! Pela vida que nos querem roubar!
As reduções nos salários, os despedimentos massivos, os cortes nos subsídios e pensões, o aumento dos impostos... não são novidade e tendem a agravar-se num sistema capitalista em que uns trabalham e outros mandam trabalhar, em que mais de um milhão e quinhentas mil pessoas estão sem trabalho só em Portugal enquanto os governos injectam milhões nos bancos, uns vivem uma vida inteira de pobreza e outros são milionários...
Não aceitamos estas crises de que tanto nos falam como justificação para tudo, cá e em todo o mundo os pobres sempre viveram em crise; não aceitamos o desemprego, as guerras e a exploração a que somos sujeitos uma vida inteira para que uma pequena parte da população viva rodeada de luxos e mordomias.
Rejeitamos este sistema económico, político e social, não queremos mais ouvir as conversas da treta dos banqueiros, políticos e centrais sindicais; estamos cansados de ser enganados e acreditamos que não precisamos que mandem em nós, que decidam tudo por nós.
Queremos trabalhar mas de forma digna, sem obedecer eternamente a patrões, sem medo de cair na miséria a qualquer instante, aceitando todos os abusos e humilhações para não ficar sem trabalho. Ansiamos por uma vida justa, em que todos sejamos livres e possamos viver em plena igualdade social.
Não aceitamos estas crises de que tanto nos falam como justificação para tudo, cá e em todo o mundo os pobres sempre viveram em crise; não aceitamos o desemprego, as guerras e a exploração a que somos sujeitos uma vida inteira para que uma pequena parte da população viva rodeada de luxos e mordomias.
Rejeitamos este sistema económico, político e social, não queremos mais ouvir as conversas da treta dos banqueiros, políticos e centrais sindicais; estamos cansados de ser enganados e acreditamos que não precisamos que mandem em nós, que decidam tudo por nós.
Queremos trabalhar mas de forma digna, sem obedecer eternamente a patrões, sem medo de cair na miséria a qualquer instante, aceitando todos os abusos e humilhações para não ficar sem trabalho. Ansiamos por uma vida justa, em que todos sejamos livres e possamos viver em plena igualdade social.
sábado, 22 de junho de 2013
De 17 a 24 de Junho: a AIT organiza Jornadas Internacionais de Acção
A norma capitalista é “expandir ou morrer” e a crise está a revelar um sistema que, cada vez mais desesperadamente, dirige os seus ataques contra a classe trabalhadora: por todo o mundo vemos despedimentos em massa e medidas contra os desempregados e os pobres, flexibilização do mercado de trabalho, medidas contra os sindicatos e despedimentos de activistas sindicais.
Isto não pode continuar e tornam-se necessárias acções directas, propaganda e solidariedade baseadas na nossa própria força. É por isso que a AIT organiza as Jornadas Internacionais de Acção contra os Cortes no Emprego, os Despedimentos e de Apoio à Luta dos Desempregados, que terão lugar de 17 a 24 de Junho.
As Secções e Amigos concentrar-se-ão em temas locais e também em acções urgentes de solidariedade que estão a ter lugar em empresas multinacionais. Mencionamos que as Secções Sindicais da CNT-AIT espanhola lançaram apelos para apoiar as lutas contra os despedimentos na Alstom Wind, na empresa Capgemini e o despedimento de um trabalhador na Esymo Metal- Gestamp.
Isto não pode continuar e tornam-se necessárias acções directas, propaganda e solidariedade baseadas na nossa própria força. É por isso que a AIT organiza as Jornadas Internacionais de Acção contra os Cortes no Emprego, os Despedimentos e de Apoio à Luta dos Desempregados, que terão lugar de 17 a 24 de Junho.
As Secções e Amigos concentrar-se-ão em temas locais e também em acções urgentes de solidariedade que estão a ter lugar em empresas multinacionais. Mencionamos que as Secções Sindicais da CNT-AIT espanhola lançaram apelos para apoiar as lutas contra os despedimentos na Alstom Wind, na empresa Capgemini e o despedimento de um trabalhador na Esymo Metal- Gestamp.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Musso – Mais um jovem negro morto pela Polícia na Amadora.
Ontem, 12 de Junho, o Bairro 6 de Maio ficou chocado com a notícia da Morte de Musso, jovem negro de 15 anos de idade. Uma pancada na cabeça é a causa da morte. Segundo os familiares há um mês atrás ele foi levado para a Esquadra da Reboleira e foi torturado pelos agentes policiais. Regressou a casa a queixar-se de uma forte dor de cabeça e contou a família que a polícia o tinha torturado. Dali, foi conduzido para os Serviços de Emergência do Hospital de Santa Maria. Ficou internado, durante uns dias, depois foi mandado para casa. Contudo, as dores não cessaram. O jovem continuou a queixar das dores e foi, de novo, encaminhado para o Hospital. Desta vez, para o Hospital da Amadora Sintra. Ficou internado durante mais uns dias e ontem veio a falecer devido a uma lesão que acabou por rebentar-lhe uma veia cerebral.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
CONCENTRAÇÃO DIA 30 de MAIO EM FRENTE AO CONSULADO DE
ESPANHA no Porto, às 14 horas
Acção de protesto e solidariedade
- E com a Greve Geral no País Basco e em Navarra.
Local de encontro: Esquina da Rua Fernandes Tomás com D. João IV
Consulado de Espanha no Porto: Rua Dom João IV, 341 4000-302 Porto.
domingo, 19 de maio de 2013
Feira do Livro Anarquista - Lisboa - 24 a 26 de Maio de 2013
Estamos de volta!
Vem aí a 6ª Feira do Livro Anarquista, que terá lugar de 24 a 26 de Maio em Lisboa no Grupo Excursionista e Recreativo “Os Amigos do Minho” (Intendente), com o objectivo todos os anos renovado de criar um espaço autónomo, aberto a todos, para a divulgação e o debate das ideias anarquistas.
No programa da feira deste ano, para além da habitual presença de bancas, estão previstos dois debates. Um, sobre a forma, a actuação e as limitações da indústria mediática e as suas possíveis alternativas. Outro, sobre o papel das bibliotecas como espaço privilegiado de encontro, reflexão, debate e partilha.
Pretende-se uma feira que seja incentivadora da edição de livros e outras publicações de temática anarquista e respectiva leitura. Continuamos a pensar que a anarquia é a alternativa à violência do estado, à arrogância do capital, ao “progresso” da técnica e aos estragos do jornalismo subserviente.
sábado, 18 de maio de 2013
Solidariedade com trabalhador despedido na Redur
A 19 de Abril a Redur Logística S.L. despediu Israel que trabalhava na empresa em Espanha há 6 anos e era desde 2011 delegado sindical da CNT (Confederação Nacional do Trabalho).
A empresa alegou que este era “perigoso” pois um dia no armazém havia chocado com o seu carrito de compras contra o carro de outra funcionária! A verdadeira razão para o despedimento não foi a explicação completamente absurda utilizada pela empresa, mas sim o incómodo causado pela actividade sindical constante de Israel, denunciando a falta de segurança no trabalho e os abusos praticados pela Redur (por exemplo, horas extras ilegais, imposição de serviços mínimos em situação de greve, etc.).
Este despedimento é um claro exemplo de repressão sindical e não vai ficar sem resposta. Em Espanha, em Portugal e em todo o lado, a solidariedade entre trabalhadores e trabalhadoras em luta será sempre mais forte do que toda a repressão dos patrões!
Exigimos a readmissão imediata do trabalhador despedido na Redur em Espanha!
Basta de repressão laboral e sindical na Redur!
A empresa alegou que este era “perigoso” pois um dia no armazém havia chocado com o seu carrito de compras contra o carro de outra funcionária! A verdadeira razão para o despedimento não foi a explicação completamente absurda utilizada pela empresa, mas sim o incómodo causado pela actividade sindical constante de Israel, denunciando a falta de segurança no trabalho e os abusos praticados pela Redur (por exemplo, horas extras ilegais, imposição de serviços mínimos em situação de greve, etc.).
Este despedimento é um claro exemplo de repressão sindical e não vai ficar sem resposta. Em Espanha, em Portugal e em todo o lado, a solidariedade entre trabalhadores e trabalhadoras em luta será sempre mais forte do que toda a repressão dos patrões!
Exigimos a readmissão imediata do trabalhador despedido na Redur em Espanha!
Basta de repressão laboral e sindical na Redur!
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