A revolução social não é o passado, é antes sim o presente e o futuro do mundo.
Sobre a chamada de solidariedade e ação internacional
Como assembleia pelo caso da Luta Revolucionária e na sequência das ações de solidariedade com o mesmo, fazemos um apelo aberto a uma campanha de solidariedade, tanto a nível local, como internacional, para os dias 22, 23 e 24 de Novembro.
Decidimos romper com o muro de silêncio à volta do caso da Luta Revolucionária (L.R.) e demonstrar que os/as compas que se confrontam com um julgamento não estão sós, que o caso L.R. é o caso de todos/as nós e que está relacionado com a essência da luta em si mesma.
Convocamos, pois, os/as companheiros/as de todo o mundo a acionar e enviar a sua própria mensagem de Solidariedade e Luta.
O nosso objetivo é a ampliação das resistências dinâmicas com uma perspetiva revolucionária. A nossa meta é ampliar a luta pela subversão do existente, demonstrando a sua necessidade histórica e o significado que tem no presente, enquanto mostramos Solidariedade de facto com os/as companheiros/as que estão em julgamento.
O apelo internacional para três dias de solidariedade, contra-informação e ação pelo caso da L.R. é parte e continuação da guerra social e de classes pela subversão e Revolução. É justamente aí que se situa e se concebe historicamente, no seu todo, o caso da Luta Revolucionária.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
BASTA! Suicidem-se ELE$! (que nós ajudamos!...)
Não vêm nas páginas dos jornais nem nos noticiários televisivos, mas uma simples conversa com alguém do INEM revela que quase todas as semanas têm havido SUICÍDIOS nas várias pontes do Porto… Assim, voluntariamente, vão desaparecendo das estatísticas da chamada segurança social e do instituto de emprego muitxs dos mais atingidos pela “crise”: desempregadxs, reformadxs, sem-abrigo, falidos - e o desaparecimento dos pobres agrada sempre aos governante$!
Perante isto AS MANIFESTAÇÕES DE PROTESTO E AS CONCENTRAÇÕES, mesmo que sejam algo mais que algo para dar escape à revolta e à indignação, JÁ NÃO BASTAM… Elas são autorizadas e devidamente recuperadas pelos poderes políticos e económicos (ou por quem a eles quer trepar), sobretudo se depois delas fica tudo na mesma como antes!
Para RESISTIRMOS a este$ GATUNOS FILHOS DA PUTA, além de ocuparmos as ruas e as praças, teremos de nos ORGANIZAR para OCUPAR e TOMAR aquilo que é afinal do povo e que permita VIVER: FÁBRICAS, OFICINAS, EMPRESAS, TERRENOS, CASAS, HOSPITAIS, ESCOLAS - recusando o seu encerramento e pondo-as a funcionar em AUTOGESTÃO (gestão dxs próprios trabalhadores/as) como já acontece em Espanha, na Grécia, e noutros países, através de ASSEMBLEIAS SOBERANAS, funcionando em DEMOCRACIA DIRECTA, - porque a actual “representativa” já sabemos que só favorece sempre @s mesm@s!
NEM EMIGRAR, NEM SE SUICIDAR! (AUTO-)ORGANIZAR-SE E LUTAR!
UNID@S E AUTO-ORGANIZAD@S NÓS DAMOS-LHES A CRISE!
AIT-SP /SOV-Porto
Porto, 15 de Set. 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O ataque contra as nossas condições de vida radicaliza-se! A nossa resistência também!
O Cerco a S. Bento do passado 15 de Outubro revelou-se como mais um episódio da crescente radicalização da resistência contra o ataque do Estado e do Capital contra as nossas condições de vida, sob a forma das chamadas medidas de austeridade.
Por demasiado tempo, os trabalhadores e demais explorados e marginalizados deste país sofreram em silêncio esta guerra social sem escrúpulos que nos é movida pela classe dirigente e exploradora. As manifestações do último mês e mesmo alguns movimentos grevistas dos últimos tempos, ainda que plenos de contradições, demonstraram que o desespero levou muitos de nós a perderem o medo e que o ambiente de revolta é generalizado. E é tal a heterogeneidade dos manifestantes e das suas formas de protesto, que se tornaram risíveis quaisquer tentativas das autoridades e de certa imprensa em colar a responsabilidade pelos actos “radicais” a minorias anarquistas.
Enquanto anarco-sindicalistas, estamos com todos aqueles que resolveram tomar a luta nas suas mãos, rejeitando qualquer mediação partidária ou sindical dos que nos dizem representar, mas sempre nos traem em troco de benesses ou posições de poder.
Rejeitamos em absoluto qualquer posição nacionalista ou autoritária no seio deste movimento. A nossa luta é a luta de todos os que são explorados e oprimidos em todo o mundo contra os que nos exploram e oprimem em todo o mundo.
Por demasiado tempo, os trabalhadores e demais explorados e marginalizados deste país sofreram em silêncio esta guerra social sem escrúpulos que nos é movida pela classe dirigente e exploradora. As manifestações do último mês e mesmo alguns movimentos grevistas dos últimos tempos, ainda que plenos de contradições, demonstraram que o desespero levou muitos de nós a perderem o medo e que o ambiente de revolta é generalizado. E é tal a heterogeneidade dos manifestantes e das suas formas de protesto, que se tornaram risíveis quaisquer tentativas das autoridades e de certa imprensa em colar a responsabilidade pelos actos “radicais” a minorias anarquistas.
Enquanto anarco-sindicalistas, estamos com todos aqueles que resolveram tomar a luta nas suas mãos, rejeitando qualquer mediação partidária ou sindical dos que nos dizem representar, mas sempre nos traem em troco de benesses ou posições de poder.
Rejeitamos em absoluto qualquer posição nacionalista ou autoritária no seio deste movimento. A nossa luta é a luta de todos os que são explorados e oprimidos em todo o mundo contra os que nos exploram e oprimem em todo o mundo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Anarco-sindicalismo na Grã-Bretanha - - Conversa com um membro da Solidarity Federation, secção britânica da AIT
Dia 4 de Outubro (5ª feira) – 20h
no Centro de Cultura Libertária
R. Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. – Cacilhas
Associação Internacional de Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
sábado, 15 de setembro de 2012
Basta de apertar o cinto! É hora de cerrar os punhos!
Saudamos todos aqueles e aquelas que se recusam a continuar a assistir em silêncio a este ataque interminável contra as nossas condições de existência e se dispõem a lutar.
Repudiamos absolutamente mais esta ofensiva, anunciada um mês depois de mais uma pirueta cínica da lei laboral, feita, como todas as anteriores, com o propósito único de nos enfraquecer e roubar.
Não podemos continuar a aceitar passivamente o nosso empobrecimento, para que uma pequena elite continue a ter lucros fabulosos. Apesar de nos apresentarem estas medidas de austeridade como inevitáveis, é possível pôr o pé no travão e dizer basta!
De pouco adiantarão manifestações e passeatas pontuais ou greves bem comportadas de um só dia. O Estado sabe muito bem o que anda a fazer e porquê. É preciso rasgar o velho fetiche absurdo da democracia e da «vontade popular». O Governo – este ou qualquer outro – não depende de nós, mas da classe dominante que nos explora e, confrontada com esta crise, sabe que terá que extorquir-nos cada vez mais trabalho a troco de cada vez menos salário.
Repudiamos absolutamente mais esta ofensiva, anunciada um mês depois de mais uma pirueta cínica da lei laboral, feita, como todas as anteriores, com o propósito único de nos enfraquecer e roubar.
Não podemos continuar a aceitar passivamente o nosso empobrecimento, para que uma pequena elite continue a ter lucros fabulosos. Apesar de nos apresentarem estas medidas de austeridade como inevitáveis, é possível pôr o pé no travão e dizer basta!
De pouco adiantarão manifestações e passeatas pontuais ou greves bem comportadas de um só dia. O Estado sabe muito bem o que anda a fazer e porquê. É preciso rasgar o velho fetiche absurdo da democracia e da «vontade popular». O Governo – este ou qualquer outro – não depende de nós, mas da classe dominante que nos explora e, confrontada com esta crise, sabe que terá que extorquir-nos cada vez mais trabalho a troco de cada vez menos salário.
sábado, 25 de agosto de 2012
Acampamento Libertário / Alternativo 2012 - 7,8,9 Setembro – Queiva, Lugar da Azenha / Campo – VALONGO
Organização: AIT- SP / SOV Porto + TERRA VIVA!AES
Apoios: A.R.C.A. (Assoc. Recreativa Cultural da Azenha) e eventualmente outros colectivos ou indivíduos.
I - Objectivo/s:
a) Sensibilização geral para a defesa do local e das zonas protegidas envolventes (Parque Paleozoico de Valongo, Biotopo Corine – parte da Rede Natura 2000 ) contra as ameaças de construção de uma mini- hídrica imposta pelo governo central – entre outras ameaças anti- ecológicas locais;
b) Promover o convívio e reforçar laços entre pessoas e coletivos de sensibilidade libertária/alternativa socialmente intervenientes
c) Promover a ligação com a população local e apoiar as suas reivindicações sociais/ambientais
d) Divulgar ideias, práticas e linhas gerais de intervenção libertária em geral e anarco- sindicalistas em particular
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Companheira da CNT em greve de fome
Desde o dia 7 de Agosto que María Jesús Vila Calviño, uma companheira do sindicato anarco-sindicalista espanhol CNT, se encontra em greve de fome indefinida não apenas para protestar pela sua situação desesperante (desempregada, sem receber subsídio ou qualquer tipo de ajuda económica e sem casa por não poder pagar a renda) mas também pela de tantas pessoas que se encontram nas mesmas condições. María Jesús, conhecida por Chus, instalou-se em frente ao Edifício da Delegação do Governo de Puerto Cabras, em Fuerteventura (nas ilhas Canárias) onde reside, e lá permanece dia e noite, com o apoio de vários amigos e pessoas solidárias.
A companheira que não desiste até conseguir uma existência digna afirma que a sua decisão “é necessária como medida de pressão” para obter a mudança “radical” na política social exercida pelo governo que, segundo ela, “ainda não entendeu” que os números divulgados pelos meios de comunicação são pessoas, acrescentando que “se nos deixam morrer de fome pelas ruas, então que nos vejam”.
Entretanto, outro companheiro, Xabier Ocaña Casanova, em condições semelhantes à de Chus juntou-se solidariamente à greve de fome.
Façamos também nós sentir a Chus que não está sozinha porque a sua luta é a de todos aqueles que lutam por um mundo melhor.
A companheira que não desiste até conseguir uma existência digna afirma que a sua decisão “é necessária como medida de pressão” para obter a mudança “radical” na política social exercida pelo governo que, segundo ela, “ainda não entendeu” que os números divulgados pelos meios de comunicação são pessoas, acrescentando que “se nos deixam morrer de fome pelas ruas, então que nos vejam”.
Entretanto, outro companheiro, Xabier Ocaña Casanova, em condições semelhantes à de Chus juntou-se solidariamente à greve de fome.
Façamos também nós sentir a Chus que não está sozinha porque a sua luta é a de todos aqueles que lutam por um mundo melhor.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
SOLIDARIEDADE ACTIVA com @s Trabalhadoras/es da BOULANGERIE DE PARIS-PORTO
Há duas vias diferentes frente à ameaça de encerramento das empresas:
Em 2004, as cerca de 90 trabalhadoras da fábrica de confeções “Afonsinho”, em Arcos de Valdevez, perante a ameaça dos patrões alemães de deslocalização da fábrica para outro país de mão de obra mais barata, ocuparam a fábrica não deixando sair nem mercadoria nem maquinaria e matérias primas, trabalharam em autogestão durante seis meses e passado quatro anos recuperaram a empresa.
Também desde há vários anos, em países como a Argentina e o Brasil, as experiências de autogestão pelos próprios trabalhadores de empresas, ameaçadas de encerramento pelos patrões, se sucedem (“Disco d’Oro” e outras). Em Espanha a CNT (confederação sindical anarco-sindicalista) juntamente com o criado Instituto de Ciências Económicas e da Autogestão , apoia as tentativas de alargamento das experiências deste tipo frente à onda de encerramentos fraudulentos de empresas pelo patronato.
Em Março passado trabalhadores da empresa Cerâmica de Valadares, em Gaia, ocuparam a empresa contra os salários em atraso pela entidade patronal. Com essa ocupação conseguiram na altura que a maior parte dos salários fossem pagos pelos patrões, suspenderam a ocupação e retomaram o trabalho. Pouco tempo depois o patronato decretou o Lay-off e hoje estão em casa sem trabalho.
Em 2004, as cerca de 90 trabalhadoras da fábrica de confeções “Afonsinho”, em Arcos de Valdevez, perante a ameaça dos patrões alemães de deslocalização da fábrica para outro país de mão de obra mais barata, ocuparam a fábrica não deixando sair nem mercadoria nem maquinaria e matérias primas, trabalharam em autogestão durante seis meses e passado quatro anos recuperaram a empresa.
Também desde há vários anos, em países como a Argentina e o Brasil, as experiências de autogestão pelos próprios trabalhadores de empresas, ameaçadas de encerramento pelos patrões, se sucedem (“Disco d’Oro” e outras). Em Espanha a CNT (confederação sindical anarco-sindicalista) juntamente com o criado Instituto de Ciências Económicas e da Autogestão , apoia as tentativas de alargamento das experiências deste tipo frente à onda de encerramentos fraudulentos de empresas pelo patronato.
Em Março passado trabalhadores da empresa Cerâmica de Valadares, em Gaia, ocuparam a empresa contra os salários em atraso pela entidade patronal. Com essa ocupação conseguiram na altura que a maior parte dos salários fossem pagos pelos patrões, suspenderam a ocupação e retomaram o trabalho. Pouco tempo depois o patronato decretou o Lay-off e hoje estão em casa sem trabalho.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A única forma de sobreviver é derrubando este sistema
Saudamos todos aqueles e aquelas que se recusam a continuar a assistir em silêncio a este ataque interminável contra as nossas condições de existência e se dispõem a lutar.
Repudiamos absolutamente mais esta pirueta cínica da lei laboral, feita, como todas as anteriores, com o propósito único de nos enfraquecer e roubar. Não podendo atacar directamente os salários nominais e contando apenas com a pressão causada pelo desemprego para os fazer baixar, a classe dominante volta-se para as horas extraordinárias, procura anular os contratos colectivos de trabalho, corta no número de feriados, tornando-os em dias de trabalho oferecidos gratuitamente ao patrão, corta ainda nas indemnizações para tornar menos dispendioso o despedimento, alargando uma vez mais o leque das razões para despedir.
Repudiamos absolutamente mais esta pirueta cínica da lei laboral, feita, como todas as anteriores, com o propósito único de nos enfraquecer e roubar. Não podendo atacar directamente os salários nominais e contando apenas com a pressão causada pelo desemprego para os fazer baixar, a classe dominante volta-se para as horas extraordinárias, procura anular os contratos colectivos de trabalho, corta no número de feriados, tornando-os em dias de trabalho oferecidos gratuitamente ao patrão, corta ainda nas indemnizações para tornar menos dispendioso o despedimento, alargando uma vez mais o leque das razões para despedir.
Código do Trabalho: mais uma revisão… ...para encher os bolsos ao patrão!
Entrou em vigor no dia 1 de Agosto mais um conjunto de alterações ao Código do Trabalho. Desde 2003, esta é, pelo menos, a quinta revisão do Código do Trabalho e a segunda só no último ano. O objectivo é claro: dar mais regalias aos patrões, à custa de reduzir os direitos e as remunerações dos trabalhadores. Trata-se de mais um passo no longo processo de degradação das condições de vida dos trabalhadores em benefício da acumulação de riqueza por uma minoria de exploradores.
Eis as principais alterações às leis do trabalho:
- Eliminação de quatro dias feriados (a partir de 2013) e do bónus de três dias de férias por assiduidade, ou seja, mais 7 dias por ano de trabalho para a entidade patronal sem acréscimo salarial.
- Diminuição para metade do acréscimo pago pelo trabalho extraordinário: passa dos anteriores 50% para 25% na primeira hora e de 75% para 37,5% nas horas seguintes.
- Diminuição para metade do acréscimo salarial pago pelo trabalho em dia de descanso semanal ou feriado (de 100% passa para 50%) e do período de descanso compensatório (passa da totalidade para metade das horas trabalhadas).
Eis as principais alterações às leis do trabalho:
- Eliminação de quatro dias feriados (a partir de 2013) e do bónus de três dias de férias por assiduidade, ou seja, mais 7 dias por ano de trabalho para a entidade patronal sem acréscimo salarial.
- Diminuição para metade do acréscimo pago pelo trabalho extraordinário: passa dos anteriores 50% para 25% na primeira hora e de 75% para 37,5% nas horas seguintes.
- Diminuição para metade do acréscimo salarial pago pelo trabalho em dia de descanso semanal ou feriado (de 100% passa para 50%) e do período de descanso compensatório (passa da totalidade para metade das horas trabalhadas).
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Manifestações de apoio aos mineiros de Espanha em Lisboa e Porto
Em Lisboa, a AIT-SP convocou uma concentração para as 18 horas em frente à Embaixada de Espanha. Foram distribuídas várias centenas de comunicados informativos aos transeuntes que, apesar do bloqueio informativo, pareciam informados sobre a luta destes trabalhadores e manifestavam o seu apoio. A concentração convergiu com uma outra convocada para as 19:30 horas pela Plataforma 15 de Outubro.
No Porto, vários colectivos, entre os quais o SOV da AIT-SP nesta cidade, organizaram uma marcha entre a Praça da Batalha e o Consulado de Espanha, com a finalidade de entregar uma carta de protesto.
(Ver vídeo da marcha aqui: http://www.youtube.com/watch?v=wjZjpKx1PlU)
Em ambas as manifestações, foi entoado o hino mineiro “En el pozo Maria Luísa” e foram gritadas frases de solidariedade com os mineiros em luta.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Concentração: Solidariedade com a luta dos mineiros das Astúrias e León
Lisboa - 11 de Julho - 18h,
Embaixada de Espanha, Rua do Salitre
(Metro Avenida)
Nas Astúrias e em León os mineiros estão em greve desde o fim de Maio, em luta pela sua sobrevivência, que depende inteiramente da indústria mineira. A luta destes trabalhadores tem sido exemplar a vários níveis, não hesitando em recorrer a sabotagens, cortes de estradas, ocupações de locais de trabalho e instituições públicas e resistindo eficazmente aos ataques da polícia de choque.
Solidarizamo-nos com esta luta e com a “Marcha Negra” dos mineiros que chega no dia 11 de Julho às ruas de Madrid.
Consideramos que a luta dos mineiros é um exemplo a seguir. A verdadeira violência é exercida pelo Estado e pelo Capital e devemos resistir à mesma por todos os meios ao nosso alcance.
Embaixada de Espanha, Rua do Salitre
(Metro Avenida)
Nas Astúrias e em León os mineiros estão em greve desde o fim de Maio, em luta pela sua sobrevivência, que depende inteiramente da indústria mineira. A luta destes trabalhadores tem sido exemplar a vários níveis, não hesitando em recorrer a sabotagens, cortes de estradas, ocupações de locais de trabalho e instituições públicas e resistindo eficazmente aos ataques da polícia de choque.
Solidarizamo-nos com esta luta e com a “Marcha Negra” dos mineiros que chega no dia 11 de Julho às ruas de Madrid.
Consideramos que a luta dos mineiros é um exemplo a seguir. A verdadeira violência é exercida pelo Estado e pelo Capital e devemos resistir à mesma por todos os meios ao nosso alcance.
Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa
Marcha Solidária - os mesmos passos em Madrid e no Porto
O SOV/AIT-SP em parceria com os organizadores do primeiro site abaixo indicado, decidiu organizar uma concentração seguida de marcha até ao consolado espanhol no Porto (outros grupos, associações e sindicatos etc estão neste momento a solidarizar-se...).
Esta acção de solidariedade é também uma acção de protesto. Os problemas deles são os nossos. Se alguns internacionalizam a exploração, outros mais, como nós, internacionalizarão a luta pela justiça.
Quarta-feira, dia 11/7/12, os mineiros vindos de vários pontos do estado espanhol, marcharão sobre as ruas de Madrid.
Quarta-feira, dia 11/7/12 concentraremo-nos na praça da batalha pelas 18h e marcharemos até ao consolado espanhol, a fim de entregar uma carta/mensagem de solidariedade.
Será igualmente entoado o hino mineiro asturiano... esparando nós que tenha eco nos corações portugueses!
A AIT/SP e o SOV do Porto agradecem a divulgação e a participação.
http://somostodosmineirosespanhois.org/
http://metalmadrid.cnt.es/
http://www.cnt.es/search/node/mineros
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=qE7jHFTB3tk
http://www.youtube.com/watch?v=BeSwrxxBNnk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=6MwWO-xpjr0
http://www.youtube.com/watch?v=e1TuoLIjk_U&feature=results_main&playnext=1&list=PL1FF057E49E5AD204
Esta acção de solidariedade é também uma acção de protesto. Os problemas deles são os nossos. Se alguns internacionalizam a exploração, outros mais, como nós, internacionalizarão a luta pela justiça.
Quarta-feira, dia 11/7/12, os mineiros vindos de vários pontos do estado espanhol, marcharão sobre as ruas de Madrid.
Quarta-feira, dia 11/7/12 concentraremo-nos na praça da batalha pelas 18h e marcharemos até ao consolado espanhol, a fim de entregar uma carta/mensagem de solidariedade.
Será igualmente entoado o hino mineiro asturiano... esparando nós que tenha eco nos corações portugueses!
A AIT/SP e o SOV do Porto agradecem a divulgação e a participação.
http://somostodosmineirosespanhois.org/
http://metalmadrid.cnt.es/
http://www.cnt.es/search/node/mineros
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=qE7jHFTB3tk
http://www.youtube.com/watch?v=BeSwrxxBNnk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=6MwWO-xpjr0
http://www.youtube.com/watch?v=e1TuoLIjk_U&feature=results_main&playnext=1&list=PL1FF057E49E5AD204
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