segunda-feira, 23 de abril de 2012

1º de Maio de 2012

Se alguém tinha dúvidas esperamos que já não existam: os políticos  mentem-nos. Na nossa cara chamam-nos de piegas, pelas nossas costas  aprovam leis que nos proíbem de pedir reforma antecipada. Mentem-nos quando falam que os subsídios de férias e natal voltariam em 2014.  Mentem-nos, da esquerda à direita. E continuam a encher os seus bolsos  com dinheiro que deixa “buracos financeiros” que têm de ser cobertos  com o nosso suor e sangue.

 Entretanto, as centrais sindicais negoceiam com os inimigos de que forma é menos dolorosa morrer: que nos matem à fome devagarinho, ou se a polícia deveria disparar directamente na cabeça a todos os que não  respeitam o seu monopólio “revolucionário”.

 Quando lemos os jornais, ficamos com a sensação que a rua está cheia de ladrões encapuçados que se passeiam livremente enquanto nos roubam  e violam. Mas a realidade é que esses mesmos jornais pertencem aos  verdadeiros ladrões que, esses sim, se passeiam por aí de fato e  gravata impunemente e usam os polícias, pagos com o nosso dinheiro,  para impor o medo e o terror entre os que se revoltam contra a sua  ditadura democrática.

 Para o cenário ficar completo - quando nem a fome, nem a polícia, nem  as mentiras dos jornais nos conseguem controlar - entram em serviço os  fascistas, outros mercenários assassinos que, com os seus discursos  nacionalistas, patrióticos e racistas, tentam camuflar a realidade  apontando os seus dedos ensanguentados na direcção dos imigrantes,  como se eles fossem os culpados desta crise... ridículo...

 É por tudo isto, e muito mais, que é cada vez mais fundamental sair à rua, para protestar, para agir, para avançarmos. Este 1º de Maio  voltaremos a fazê-lo, pois o contrário seria pactuar com a repressão e  aceitar o medo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Solidariedade total para com a Es.Col.A da Fontinha! Não ao despejo!

Vemos como tudo o que humaniza de alguma forma o espaço urbano e o torna reconhecível e especial , que confere à cidade a sua personalidade, a sua ambiência, o pano de fundo das memórias dos mais velhos, é deixado ao abandono ou mortificado em hotéis e espaços de consumo para os abastados. Em torno desse buraco negro de prédios antigos e belos deixados em ruínas que constitui o centro das nossas cidades, erguem-se, a grande custo e com o maior desprezo possível pela vida de quem tem por profissão construí-los, blocos disformes de betão onde apenas se descansa o corpo após mais um dia de trabalho.

Assim é o «problema urbano»: a ganância de proprietários e especuladores, que pretendem viver à custa de «fazer suar o seu dinheiro». Os prédios que são construídos para ficarem vazios. Os outros que são deixados vazios apenas para entrarem em ruína. As rendas insuportáveis que ainda deverão aumentar. A escravatura de trinta ou quarenta anos a um Banco até que uma pessoa possa finalmente dizer quem tem uma casa sua. A falta de espaços para tudo. A ausência de qualquer coisa que torne uma rua ou um bairro numa comunidade humana, em vez da mera coincidência no espaço de uma multidão de desconhecidos.

Mas esta situação é um estado de coisas buscado e desejado pelos detentores do poder político e económico. As câmaras vivem das licenças de construção, a Banca, do crédito à habitação, as construtoras, da construção, os proprietários, da especulação sobre os terrenos, que hão-de valer uma fortuna assim que se possa construir sobre eles. Vêem-se os resultados. E vê-se também como o Poder responde a quem tenta lutar contra estas coisas.

Assim aconteceu, esta manhã, com o despejo da antiga escola do Bairro da Fontinha, no Porto, onde funcionava desde há um ano o projecto Es.Col.A. Em face do apoio popular de que este projecto gozava e após uma tentativa gorada de despejo, a Câmara do Porto acabou prometendo a cedência do espaço, devoluto há cinco anos, caso os ocupantes se constituíssem em associação formal. A associação foi constituída, mas a cedência não veio: veio a exigência de assinarem um contrato onde acediam...ao seu próprio despejo. Tal proposta foi, evidentemente, recusada. A resposta da Câmara foi o envio do Corpo de Intervenção. Cerca das 10 da manhã, o bairro foi cercado por polícia fortemente armada, o edifício despejado, com o seu conteúdo a ser atirado pelas janelas, e seguidamente emparedado. Três pessoas foram detidas, e houve registo de agressões por parte da polícia, com uso, inclusive, de armas de choques eléctricos.

Por ruas que não sejam cemitérios, por edifícios que não sejam tumbas, recuperemos o espaço das nossas vidas!


Todo apoio para a Es.Col.A, liberdade imediata para os detidos!

sábado, 14 de abril de 2012

Carta Aberta da Es.Col.A do Alto da Fontinha



A promessa de suspensão do despejo do Es.Col.A revelou-se um logro. Politicamente forçada a dialogar com os ocupantes da antiga Escola Primária do Alto da Fontinha, a Câmara Municipal do Porto (CMP) mais não queria do que anunciar que o despejo se mantinha, embora adiado. Em reunião com dois delegados da Assembleia do Es.Col.A, os representantes da câmara exigiram que o projecto assinasse a sua sentença de morte, traduzida num contrato de aluguer com fim em Junho. A continuidade imediata do Es.Col.a dependeria da assinatura desse papel.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Acção Internacional de Luta Contra o Capitalismo

31 de Março (Sábado), 15 horas
Praça do Chile (Metro Arroios)

AIT-SP

Viva a luta dos trabalhadores – em Portugal , em Espanha, e em toda a parte!

Hoje, 29 de Março, os trabalhadores espanhóis desencadeiam uma Greve Geral contra os cortes sociais e a reforma laboral aprovada pelo governo. A Secção Portuguesa da Associação Internacional dos Trabalhadores declara a sua solidariedade e o seu apoio total para com a luta dos trabalhadores do país vizinho. Em toda a parte, a classe dominante tenta transferir para a classe trabalhadora os custos da crise do capitalismo, com cortes sociais e laborais. Em toda a parte, pretende-se fragilizar a classe trabalhadora e aumentar a exploração a que esta é sujeita. Em toda a parte, a classe trabalhadora deve erguer-se e resistir.

Um ataque contra um de nós diz-nos respeito a todos. Cada vez mais, o capitalismo ignora as fronteiras nacionais e extravasa-as. Sempre que a classe trabalhadora de um país sofre uma derrota, o capitalismo triunfante utiliza essa vitória para submeter as restantes. Que trabalhador ou trabalhadora não conhece a chantagem das deslocalizações, e quantos não a sentiram já na pele? Quantas vezes as medidas de austeridade e os cortes sociais aplicados num país não vão servir de balão de ensaio para o que será aplicado a seguir noutros? Se um trabalhador for forçado pelo Capital a mais baixos salários e piores condições de trabalho, haverão consequências disso para os restantes. Pela força de ser das coisas, um trabalhador que luta, seja onde for, não luta apenas por si mesmo, mas pela totalidade da classe trabalhadora.

quarta-feira, 28 de março de 2012

A CNT (Espanha) convoca uma Greve Geral para 29 de Março

Contra a reforma da lei laboral, os cortes, e os ataques contra a classe trabalhadora.

A CNT rejeita qualquer negociação sobre direitos conquistados e exige a revogação da Reforma Laboral.

O Comité Confederal da CNT decidiu convocar uma Greve Geral de 24 horas para o dia 29 de Março, ampliando assim a convocatória já efectuada na Galiza e em Euskadi, convocatória essa que será formalizada nos próximos dias.

A CNT rejeita quaisquer negociações sobre os direitos conquistados pela classe trabalhadora em anos de luta, pelo que convoca esta greve com o objectivo prioritário de fazer revogar imediatamente a reforma laboral aprovada ontem pelo Parlamento, que considera como uma agressão frontal aos direitos e às condições de vida da classe trabalhadora e uma continuação das medidas tomadas pelo anterior governo, tais como a reforma laboral de 2010, a redução de salários na função pública, ou os cortes nas pensões e serviços públicos que o actual governo está a aprofundar.

A CNT exige que se ponha termo a uma política económica concebida para fazer com que os trabalhadores paguem pela crise dos bancos e dos patrões, que conduziu a um número intolerável de desempregados e dsempregadas que não para de aumentar, e ao empobrecimento e agravamento das condições de vida da classe trabalhadora.

A CNT também convoca esta greve contra os cortes, na véspera da aprovação de um Orçamento de Estado onde se concretiza um ataque brutal contra os serviços públicos e os direitos sociais.

AIT – Dias de Acção para 29, 30 e 31 de Março

A Associação Internacional dos Trabalhadores vai organizar Dias de Acção a 29, 30 e 31 de Março. Estas acções serão internacionais e dirigidas contra as medidas de austeridade capitalistas, a exploração e a opressão, incidindo sobre problemas locais, regionais e globais, conflitos de trabalho, etc.

As acções da AIT vão coincidir com a Greve Geral espanhola de 29 de Março. A CNT-AIT fez uma convocatória para a Greve Geral, e as restantes Secções e Secretariado da AIT irão demonstrar a sua solidariedade para com a sua congénere espanhola.

Para já, recebemos informação sobre a participação nos dias de acção da AIT provenientes de: ZSP (Polónia), SF (Grã-Bretanha), sindicatos da CNT-F (França), KRAS (Rússia), AIT-SP (Portugal), e NSF (Noruega). Os dias de acção da AIT também vão coincidir com o Dia Europeu de Acção Contra o Capitalismo, a 31 de Março, organizado em parte pela FAU (Alemanha), USI-AIT (Itália) e CNT-E (Espanha).

A Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), está convencida de que os trabalhadores devem lutar contra as medidas de austeridade capitalistas, a exploração e a opressão, recorrendo às armas da Acção Directa e da Solidariedade Internacional. As Secções da AIT são organizadas pelos próprios trabalhadores, não têm “funcionários” pagos, não praticam a colaboração de classes e não recebem subsidios dos capitalistas e do Estado.

Os trabalhadores nunca serão verdadeiramente livres da exploração e da opressão até que os trabalhadores de todo o mundo se organizem e lutem para substituir o capitalismo actual por um sistema gerido pelos próprios trabalhadores e que lhes proporcione uma liberdade económica e social real!

Vivam a AIT e o anarco-sindicalismo!

Oslo, 12 de Março de 2012
Secretariado da AIT

http://iwa-ait.org/?q=node/197

segunda-feira, 26 de março de 2012

Greves e manifestações são necessárias, mas não bastam: auto-organização e acção directa!

As greves são necessárias, mas não suficientes. Causam, como deve ser o propósito de qualquer greve, dano económico ao Capital, mas, desta feita, não de molde a forçá-lo a mudar de rumo. Seja pela gravidade do que está em jogo, seja pela sua natureza limitada, nenhuma Greve Geral conseguirá forçar o Capital e o seu Estado a afrouxarem o garrote que colocaram em torno da nossa garganta. Pelo contrário, é de esperar que o nó se aperte cada vez mais.

À nossa espera estão mais cortes sociais, mais desemprego, mais pobreza, mais opressão. Tudo o que fomos conseguindo conquistar a pulso vai-nos sendo retirado: saúde, educação, reforma, protecção social. Sobem os impostos, modifica-se (outra vez) a lei das rendas para favorecer os senhorios, sobem as taxas moderadoras nos hospitais, aumentam-se os passes sociais, diminuem-se os períodos de atribuição do subsídio de desemprego. O Código do Trabalho é refeito pela enésima vez para nos tornar mais precários e mais vulneráveis, como os patrões desejam. Querem-nos calados e obedientes, mas vão consegui-lo?

As grandes manifestações são necessárias. Quebram o mito de uma classe trabalhadora resignada diante desta «ascensão lenta de um calvário» que lhe propõem de novo. Sim, temos mesmo que sair à rua, para falarmos entre nós, conhecermos-nos, discutirmos os nossos problemas comuns, propormos soluções e agirmos em conjunto. Mas de pouco nos havia de servir «fazermos-nos ouvir» pelo conjunto de capatazes dos nossos exploradores que é o Governo! Pela sua própria posição, só teria que nos ignorar e seguir em frente, porque esta crise e este défice são para combater da mesma forma que todos os anteriores: às custas das nossas condições de existência.

terça-feira, 20 de março de 2012

22 Março – GREVE GERAL: a sério só com OCUPAÇÃO das EMPRESAS, das RUAS e das PRAÇAS!

“A libertação d@s trabalhadoras/es só pode ser obra d@s própri@s” – e não de presidentes, ministros e deputados - ou não será libertação nenhuma!… (Máxima da antiga CGT -Confederação Geral do Trabalho portuguesa, anarco-sindicalista, destruída pelo fascismo salazarista nos anos 30 e 40 e hoje também o lema da AIT-SP (Associação Internacional d@s Trabalhadoras/es – Secção Portuguesa).

Qualquer PARTIDO não fará mais do que substituir um governo por outro! E os governos, mesmo que constituídos por ditos “representantes” do povo… GOVERNAM-SE A ELES! Porque os REPRESENTANTES dos trabalhadores NÃO SÃO OS PRÓPRIOS TRABALHADORES e quando sem o controlo pela MAIORIA do povo, em ASSEMBLEIAS LOCAIS, tenderão sempre a acumular privilégios, a afastar-se do povo e a transformar-se em novos burgueses burocratas!

Quase 50 anos de fascismo salazarista (1926 a 1974) e quase 40 de “democracia representativa” (1974 a 2012) chegam-nos para ver como alguns “representam” bem no pior dos teatros: o da MENTIRA e DA ROUBALHEIRA legal em que tanto o parlamento, como os vários parlamentosinhos locais (assembleias municipais e de freguesia) se transformaram!

Hoje, só a DEMOCRACIA DIRECTA dos trabalhadores e do povo, como chegou a funcionar logo após o 25 de Abril de 74, em ASSEMBLEIAS SOBERANAS em empresas e bairros, poderá evitar, que quaisquer representantes eleitos se corrompam e possam ser então imediatamente revogáveis e substituídos por outros, se a maioria assim o entender, não se podendo colocar acima dos que os escolheram para qualquer tarefa , mas sim sendo apenas PORTA VOZES e APLICADORES da vontade de todos!...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Cine Fórum - Chaves - 3 e 4 de Março


Desta vez com a organização e colaboração da AIT - Associação Internacional dos Trabalhadores, Secção Portuguesa / Núcleo Chaves e Coordinadora Anarquista del Noroeste

Dias 03 e 04 de Março

Local: Teatro Bento Martins,
Largo do Monumento, Edifício Nova York
Chaves

Entrada Gratuita

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Viva a justa luta dos trabalhadores e trabalhadoras da Cerâmica de Valadares! Sigamos o seu exemplo!


O S.O.V.(Sindicato de Ofícios Vários) do Porto da AIT-SP – Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa, organização sindical libertária (continuadora da antiga CGT-AIT, proibida em 1933 pelo regime salazarista) e que agora continua a sua acção, por um sindicalismo revolucionário de luta de classes, de apoio mútuo, de acção directa, de autogestão e não de "concertação social" nem com o patronato nem com qualquer governo, independente de qualquer partido, constituído apenas por militantes trabalhadores voluntários e rejeitando qualquer dependência económica do Estado ou do patronato, vem por este meio saúdar e apoiar a justa luta d@s trabalhadoras/es da CERÂMICA DE VALADARES.

A ocupação da empresa pelos/as trabalhadores/as e o controlo de entradas e saídas de equipamentos e produção, a defesa da sua empresa – porque a produção são os trabalhadores que a dão, não o patronato! – a sua luta por aquilo que é não só um direito básico mas também algo do mais legítimo que há, contra todas as Troikas, FMI's e quaisquer governos e patronato, o pagamento dos seus salários, é um exemplo para os trabalhadores deste país! Não o fazer seria aceitar voltar à escravidão em que se trabalhava apenas por uma malga de má comida e à força do chicote!...

É de facto preciso que o patronato hoje se sinta com as costas muito quentes para ousar este tipo de terrorismo patronal contra os trabalhadores: não pagar salários, impor-lhes a fome, retirar direitos conquistados com árduas lutas do passado, provocar falências fraudulentas de empresas com centenas e milhares de trabalhadores, deslocalizá-las para países onde os salários ainda são mais miseráveis do que aqui, só para assegurar a sua ganância de o máximo de lucros com o mínimo de gastos... E nada disto é novo! É o que não têm nunca todos os patrões mais ávidos de lucros fáceis deixado de fazer, mesmo antes da actual "crise" (que foram eles e os banqueiros que provocaram mas que somos nós trabalhadores que sempre pagamos...).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Contra os poderes que nos esmagam, criemos contra-poderes que nos libertem!

Contra os poderes que nos esmagam (FMI, TROIKAS, banqueiros, patronato, Estado, governos, políticos, etc.), criemos contra-poderes que nos libertem (assembleias populares - de facto - sindicatos, mas não de "concertação" com o patronato, assembléias de moradores, de desempregados, de utentes de serviços públicos, associações, etc...), funcionando em democracia directa - a real e autêntica - e recusando o capitalismo, seja ele privado ou de Estado).


Ou isto... ou mais do mesmo, ou o ainda pior que aí pode vir!...
Porque... todos os governos se governam, nenhum nos liberta!

Não te feches na casca!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Os Seis de Belgrado voltarão a ser julgados

Gostaríamos de informar que em 8 de fevereiro de 2012 haverá um novo julgamento contra quatro membros da Iniciativa Anarco-Sindicalista (ASI) da Sérvia, e de dois anarquistas não afiliados, de Belgrado, como parte de um processo judicial contra os Seis de Belgrado (BG6).

Os seis libertários em Belgrado são acusados de incitar, auxiliar e executar um ataque contra a Embaixada da Grécia em Belgrado, no final de agosto de 2009, em solidariedade a um preso político grego em greve de fome. Imediatamente após o ataque à embaixada, os BG6 (Tadej Kurepa, Ratibor Trivunac, Ivan Savic, Ivan Vulovic, Nikola Mitrovic e Sanja Dojkic) foram detidos e mantidos presos durante os seguintes seis meses, acusados de “terrorismo internacional”. Graças à mobilização maciça de apoio, tanto global como localmente, foram liberados pouco antes da data do julgamento. Em junho de 2010, foram absolvidos completamente, finalmente, pelo Supremo Tribunal em Belgrado, que decidiu que não havia base para um veredito de culpabilidade em qualquer das acusações.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pela readmissão das trabalhadoras e trabalhadores despedidos na Biblioteca Nacional de Espanha!

Neste 4 de Fevereiro, dia em que se realiza uma Jornada Europeia de Solidariedade contra os cortes nas bibliotecas públicas, solidarizamo-nos com os trabalhadores em luta contra a subcontratação ilegal na Biblioteca Nacional de Espanha.

Em Setembro de 2010, o sindicato CNT-AIT de Madrid, Espanha, iniciou uma campanha contra a Biblioteca Nacional de Espanha pela readmissão de três trabalhadoras despedidas desta instituição por denunciarem a sua situação de subcontratação ilegal. Actualmente, dos mais de 400 trabalhadores subcontratados que sofrem uma grave situação de exploração laboral, muitos já denunciaram a sua situação. A resposta da actual direcção da Biblioteca Nacional veio sob a forma de represálias e despedimentos massivos.

A nossa exigência é muito clara: queremos a contratação directa dos mais de 400 trabalhadores subcontratados na Biblioteca Nacional Espanhola e queremos a readmissão dos despedidos. Nas bibliotecas públicas espanholas, a contratação directa do pessoal subcontratado significaria uma poupança de 40% nos orçamentos públicos, actualmente desviados para empresas privadas com total impunidade. No caso da Biblioteca Nacional de Espanha estamos a falar numa poupança de milhões de euros.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Novo núcleo da AIT-SP

Aos poucos, a AIT-SP vai expandindo o seu alcance e chegando, mesmo que de maneira embrionária, aos sítios mais ao interior do país, como é o caso de Chaves, cidade do novo núcleo da AIT-SP.

AIT-SP - Núcleo de Chaves
Contacto: anarquismo.chaves@yahoo.com