Alguns membros da ZSP de Varsóvia estão a ser processados por um vídeo que fizeram e colocaram na Internet. Outros membros do Comité de Defesa dos Inquilinos também estão a ser processados porque o vídeo em questão estava no seu site. O vídeo documenta os problemas de duas famílias que estão a ter problemas com a sua senhoria, que os quer despejar desde há anos.
O vídeo destinava-se a dar uma voz aos inquilinos num sistema que é extremamente unilateral, ignorando os seus direitos e não garantindo sequer que eles estejam protegidos pelos direitos que a lei lhes confere.
O vídeo, de 35 minutos, feito em Janeiro de 2010, mostra a situação dos inquilinos em luta para manter as suas casas. Eles são obrigados a utilizar uma casa de banho pré-fabricada no meio da neve porque a fossa sanitária das suas casas apareceu misteriosamente destruída. Também filmámos a forma como a senhoria tentou que o gás fosse desligado por um homem que a mesma apresentou como se fosse um empregado da companhia do gás. Essa situação adquiriu contornos sombrios. Ela também pediu à companhia eléctrica que desligasse a electricidade alegando que ninguém vivia lá.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Sérvia - Segue a repressão contra os anarco-sindicalistas da ASI
Em 1º de julho passado, um tribunal em Belgrado rejeitou uma decisão anterior que ele mesmo havia tomado que absolvia os "Seis de Belgrado" de todas as incriminações. Isto quer dizer que a resolução de liberá-los foi declarada inválida, e que nos próximos meses eles irão para um novo julgamento.
Essa evolução draconiana do sistema judicial sérvio já era esperada, pois prontamente havia circulado em um dos principais jornais da Sérvia, controlado pelo governo daquele país. Cabe assinalar que essas informações aparecem num momento em que o executivo sérvio lança uma nova ofensiva contra os membros da Iniciativa Anarco-Sindicalista (ASI) e outros ativistas envolvidos em uma campanha contra a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
Essa evolução draconiana do sistema judicial sérvio já era esperada, pois prontamente havia circulado em um dos principais jornais da Sérvia, controlado pelo governo daquele país. Cabe assinalar que essas informações aparecem num momento em que o executivo sérvio lança uma nova ofensiva contra os membros da Iniciativa Anarco-Sindicalista (ASI) e outros ativistas envolvidos em uma campanha contra a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Resolução sobre os direitos autorais da obra de Rudolf Rocker
Comunicado: O historiador e intelectual Heiner M. Becker de Nordwalde, apresentou recentemente um processo, através do Ministério Público, contra a publicação na internet de uma obra do famoso anarco-sindicalista Rudolf Rocker (1873-1958).
Heiner M. Becker foi colaborador de diversas publicações anarquistas na Grã-Bretanha e França, e trazia material anarquista à IISG (Instituto Internacional de História Social) de Amsterdam. Desta forma, tornou-se amigo de Fermin Rocker, filho de Rudolf. Antes de sua morte em 2004, Fermin cedeu a Heiner todos os direitos do trabalho de seu pai.
Rudolf Rocker é um dos protagonistas mais famosos da história do anarco-sindicalismo. Foi secretário da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) e da União de Trabalhadores Livres da Alemanha (FAUD), cuja tradição histórica se enquadra a FAU [organização anarco-sindicalista alemã]. Como militante anarco-sindicalista, publicou numerosos artigos, folhetos e outros textos para este poderoso movimento sindical de base, entre os quais incluem textos como "Princípios do sindicalismo revolucionário", "Anarquismo e Sindicalismo" e "Anarco-sindicalismo."
As obras de Rocker são traduzidas e divulgadas em vários idiomas há anos. Faz parte da base sólida de um movimento global que luta pela emancipação econômica e política para acabar com o jugo do capital e do Estado. Ninguém se atreveu a reivindicar os direitos dos textos propagandísticos de Rocker, nem durante a sua vida ou após sua morte. O fato de só pensar em algo parecido teria resultado em perplexidade e incompreensão.
Heiner M. Becker foi colaborador de diversas publicações anarquistas na Grã-Bretanha e França, e trazia material anarquista à IISG (Instituto Internacional de História Social) de Amsterdam. Desta forma, tornou-se amigo de Fermin Rocker, filho de Rudolf. Antes de sua morte em 2004, Fermin cedeu a Heiner todos os direitos do trabalho de seu pai.
Rudolf Rocker é um dos protagonistas mais famosos da história do anarco-sindicalismo. Foi secretário da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) e da União de Trabalhadores Livres da Alemanha (FAUD), cuja tradição histórica se enquadra a FAU [organização anarco-sindicalista alemã]. Como militante anarco-sindicalista, publicou numerosos artigos, folhetos e outros textos para este poderoso movimento sindical de base, entre os quais incluem textos como "Princípios do sindicalismo revolucionário", "Anarquismo e Sindicalismo" e "Anarco-sindicalismo."
As obras de Rocker são traduzidas e divulgadas em vários idiomas há anos. Faz parte da base sólida de um movimento global que luta pela emancipação econômica e política para acabar com o jugo do capital e do Estado. Ninguém se atreveu a reivindicar os direitos dos textos propagandísticos de Rocker, nem durante a sua vida ou após sua morte. O fato de só pensar em algo parecido teria resultado em perplexidade e incompreensão.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Não à repressão na IBERIA!
A Direcção da Ibéria de Madrid-Barajas impôs uma sanção a um trabalhador, Daniel Valdivielso, membro da CNT (Confederação Nacional do Trabalho), como resultado de um acidente no seu posto de trabalho. A empresa responsabiliza-o de ser o culpado dos danos causados a um avião, ao bater-lhe com um veículo de trabalho durante a execução das tarefas de carga e descarga.
A realidade é que a responsabilidade destes acidentes está na incompetência dos administradores do Aeroporto de Barajas, ao manter os equipamentos de trabalho em péssimas condições de manutenção, e ao não respeitar os tempos definidos para os procedimentos para que os operadores realizem as suas tarefas. Querem desta forma repressiva encobrir a falta de investimento em equipamentos e a falta de pessoal.
Como tantas outras vezes, os gerentes tentam converter o esforço dos trabalhadores em poupança, que depois se converterá para eles em retribuições económicas extraordinárias. E quando o acidente ocorre, nunca é da sua responsabilidade; é do trabalhador, cujo "pecado" foi o desejo de fazer um bom trabalho, apesar das dificuldades colocadas pela administração da empresa.
A secção portuguesa da AIT solidariza-se com Daniel e exige a total e imediata anulação da sanção aplicada!
Contra a repressão, solidariedade!
Contra a exploração, acção directa!
Unidos e auto-organizados, nós damos-lhes a “crise”!
A realidade é que a responsabilidade destes acidentes está na incompetência dos administradores do Aeroporto de Barajas, ao manter os equipamentos de trabalho em péssimas condições de manutenção, e ao não respeitar os tempos definidos para os procedimentos para que os operadores realizem as suas tarefas. Querem desta forma repressiva encobrir a falta de investimento em equipamentos e a falta de pessoal.
Como tantas outras vezes, os gerentes tentam converter o esforço dos trabalhadores em poupança, que depois se converterá para eles em retribuições económicas extraordinárias. E quando o acidente ocorre, nunca é da sua responsabilidade; é do trabalhador, cujo "pecado" foi o desejo de fazer um bom trabalho, apesar das dificuldades colocadas pela administração da empresa.
A secção portuguesa da AIT solidariza-se com Daniel e exige a total e imediata anulação da sanção aplicada!
Contra a repressão, solidariedade!
Contra a exploração, acção directa!
Unidos e auto-organizados, nós damos-lhes a “crise”!
domingo, 29 de maio de 2011
BOICOTE A LOTTO E A FINTA! PELA READMISSÃO DE ÍCARO.
PRÓ SINDIVÁRIOS PIRACICABA/SP- relata o ocorrido com o Sindivários Araxá/MG. SINDIVÁRIOS ARAXÁ – FOM – MG, (SP, Plenária Nacional da COB/AIT 9/04/2011)
A FF Mercantil, empresa de Araxá-MG responsável por produtos da marca brasileira Finta e da italiana Lotto, mantém seus empregados sob um regime de trabalho extremamente precário e adota diversas medidas para impedir que eles se organizem para resistir à sua exploração: os trabalhadores não recebem insalubridade, são expostos a calor excessivo, ganham menos que um salário mínimo e muitos são vítimas de humilhações, perseguições e chantagens. A última manobra de perseguição por parte da patronal ocorreu no dia 22 de março, com a demissão de Ícaro Poletto, membro do Sindivários Araxá, associado à Federação Operária Mineira, que se esforçava junto aos seus companheiros para lutar por seus direitos. Os funcionários que não se renderam ao assédio patronal seguem sofrendo represálias.
A FF Mercantil ETA ligada à Filon Confecções na cidade de São Paulo. Não sabemos quais são as condições em que os trabalhadores da Filon se encontram, mas dificilmente elas são diferentes das encontradas em Araxá, já que ambas trabalham sob a mesma lógica, a lógica do Capital, a qual sempre se sobrepõe aos direitos do indivíduo e ao bem-estar do trabalhador, constantemente sacrificado para a maximização do lucro. Exigimos que nosso companheiro seja readmitido, que a política de represálias contra a livre organização dos trabalhadores tenha um fim e que sejam atendidas as reivindicações dos trabalhadores de Araxá, descritas a seguir:
O COMPANHEIRO FOI DEMITIDO, MAS DEVEMOS MANTER NOSSO BOICOTE PERMANENTE EM APOIO À READMISSÃO DO MESMO E DOS QUE LÁ TRABALHAM.
O BOICOTE ECONÓMICO É A NOSSA MAIOR ARMA DE PRESSÃO.
É PRECISO CERCAR A EMPRESA E SEUS DIRETORES OBRIGANDO-OS A RESPEITAR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES.
SEM LUTA CONTINUADA NÃO EXISTEM DIREITOS SOCIAIS!
APELAMOS À SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL!
FORGSCOB/AIT
OS DIREITOS SOCIAIS NÃO SÃO BENESSES DA PATRONAL SÃO CONQUISTAS SOCIAIS DOS TRABALHADORES
A FF Mercantil, empresa de Araxá-MG responsável por produtos da marca brasileira Finta e da italiana Lotto, mantém seus empregados sob um regime de trabalho extremamente precário e adota diversas medidas para impedir que eles se organizem para resistir à sua exploração: os trabalhadores não recebem insalubridade, são expostos a calor excessivo, ganham menos que um salário mínimo e muitos são vítimas de humilhações, perseguições e chantagens. A última manobra de perseguição por parte da patronal ocorreu no dia 22 de março, com a demissão de Ícaro Poletto, membro do Sindivários Araxá, associado à Federação Operária Mineira, que se esforçava junto aos seus companheiros para lutar por seus direitos. Os funcionários que não se renderam ao assédio patronal seguem sofrendo represálias.
A FF Mercantil ETA ligada à Filon Confecções na cidade de São Paulo. Não sabemos quais são as condições em que os trabalhadores da Filon se encontram, mas dificilmente elas são diferentes das encontradas em Araxá, já que ambas trabalham sob a mesma lógica, a lógica do Capital, a qual sempre se sobrepõe aos direitos do indivíduo e ao bem-estar do trabalhador, constantemente sacrificado para a maximização do lucro. Exigimos que nosso companheiro seja readmitido, que a política de represálias contra a livre organização dos trabalhadores tenha um fim e que sejam atendidas as reivindicações dos trabalhadores de Araxá, descritas a seguir:
- Redução da Jornada de trabalho para 8 horas;
- Adoção da semana de trabalho inglesa (de segunda a sexta);
- Pagamento dos adicionais por insalubridade;
- Acordos sobre participação nos lucros;
- Instalação de aparelhos para diminuição do calor no interior da fábrica;
- Respeito à liberdade de organização dos trabalhadores.
O COMPANHEIRO FOI DEMITIDO, MAS DEVEMOS MANTER NOSSO BOICOTE PERMANENTE EM APOIO À READMISSÃO DO MESMO E DOS QUE LÁ TRABALHAM.
O BOICOTE ECONÓMICO É A NOSSA MAIOR ARMA DE PRESSÃO.
É PRECISO CERCAR A EMPRESA E SEUS DIRETORES OBRIGANDO-OS A RESPEITAR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES.
SEM LUTA CONTINUADA NÃO EXISTEM DIREITOS SOCIAIS!
APELAMOS À SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL!
FORGSCOB/AIT
OS DIREITOS SOCIAIS NÃO SÃO BENESSES DA PATRONAL SÃO CONQUISTAS SOCIAIS DOS TRABALHADORES
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A SEGURANÇA SOCIAL É DO POVO…NÃO É DOS LADRÕES QUE MANDAM!...
A "SEGURANÇA SOCIAL" está a ser para o povo cada vez mais IN-segurança social! Desde Julho passado, o governo efectuou os grandes "cortes" em medidas de apoio aos mais necessitadas ( nos complementos para quem tem crianças com problemas de saúde, em apoios às rendas de casa, em apoios à saúde, etc…) atingindo sobretudo desempregad@s, beneficiários do RSI e reformad@s com pensões já por si miseráveis.
Aumenta assim o número de pessoas que dormem nas ruas e das que já não podem pagar serviços públicos básicos como electricidade, água, transportes, que acumulam rendas em atraso e que em breve virão parar à rua se nada se fizer…(para mais com a nova lei dos despejos que o governo achou por bem pôr cá fora antes de se demitir…). Agora, com os FMI s e Fundo Europeu este cenário será ainda mais agravado!...
Mas os gestores e o governo, reduziram também o pessoal nos atendimentos nos vários serviços, causando assim as longas filas de espera e o bloqueamento dos próprios serviços - além das fricções inevitáveis entre quem é (mal)atendido e quem atende…
É "a crise"… "o Estado está falido, a Segurança Social está sem dinheiro"…Mas ELE$ COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA!...
Aumenta assim o número de pessoas que dormem nas ruas e das que já não podem pagar serviços públicos básicos como electricidade, água, transportes, que acumulam rendas em atraso e que em breve virão parar à rua se nada se fizer…(para mais com a nova lei dos despejos que o governo achou por bem pôr cá fora antes de se demitir…). Agora, com os FMI s e Fundo Europeu este cenário será ainda mais agravado!...
Mas os gestores e o governo, reduziram também o pessoal nos atendimentos nos vários serviços, causando assim as longas filas de espera e o bloqueamento dos próprios serviços - além das fricções inevitáveis entre quem é (mal)atendido e quem atende…
É "a crise"… "o Estado está falido, a Segurança Social está sem dinheiro"…Mas ELE$ COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA!...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Vídeo da Manifestação do 1º de Maio em Setúbal
retirado de http://terralivre.eu/blog/?p=98 :
Aqui está o vídeo que durante a última semana foi recolhido e editado. Utilizaram-se as caixas de texto para cobrir as caras, visto que estas durante a manifestação estavam descobertas e porque sabemos como funciona o aparelho repressivo.
Não disparámos armas de fogo, não fomos em formação “bloco-negro”, não causamos distúrbios, não partimos vidros, não destruímos carros… nem nenhum dos outros delírios. Houve sim fogos de artifício e frases pintadas pelo caminho.
No final do vídeo é óbvio, pela posição da câmara, que a polícia adoptou uma postura ofensiva para acabar violentamente com uma manifestação que já tinha acabado. É criada uma ratoeira para a qual somos atraídos e a partir daqui a polícia agrediu todos os que encontrou pela frente.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Repressão policial contra o Primeiro de Maio Anti-autoritário e Anticapitalista em Setúbal
O “Primeiro de Maio anti-autoritário e anticapitalista”, em Setúbal, foi convocado com um apelo à recuperação da tradição combativa e anti-autoritária do “dia do trabalhador”. Desta forma, procurou ser “uma mobilização não controlada por nenhuma força partidária, por nenhuma central sindical ou qualquer força de repressão e controlo do Estado”. Em larga medida, este objectivo foi conseguido. Numa altura em que os poderosos disputam ferozmente as migalhas que querem roubar aos que já pouco têm, uma manifestação que apontou outro caminho de luta e resistência teve de ser reprimida pela polícia.A mobilização começou às 13 horas, com uma concentração no Largo da Misericórdia. Aqui, ouviram-se canções de intervenção e leram-se comunicados ao altifalante. Um grupo de companheiros distribuiu ainda uma sopa entre os presentes. Apesar da forte chuva que começou a cair, cerca de 150 pessoas não arredaram pé e iniciaram uma marcha pelas ruas estreitas da zona mais antiga da cidade fazendo ecoar palavras de ordem como “Nem Estado, nem patrão, autogestão!”, “Não negociamos a nossa escravidão! A vida é nossa, não é do patrão!” ou “Sabotagem, greve selvagem!”. A manifestação seguiu para a Praça do Quebedo, onde se estava a iniciar a manifestação da CGTP. Ao longo da Avenida 5 de Outubro o protesto continuou na cauda do desfile da CGTP, constituindo o sector mais animado e combativo desta marcha e recebendo a aprovação de muitas das pessoas que assistiam. Depois, a manifestação separou-se da CGTP e continuou o seu percurso em direcção a um dos bairros populares de Setúbal. Apesar da divergência em relação às frases gritadas pelos dirigentes da CGTP, que foram apelando à “luta” através do voto durante o percurso, não se verificaram quaisquer incidentes, nem nesta nem nas outras partes do percurso.
A manifestação terminou no Largo da Fonte Nova, onde os manifestantes pousaram as suas faixas no chão e se preparavam para descansar e conviver. A partir do sistema de som dum carro estacionado no largo, voltaram-se a ouvir músicas revolucionárias. No entanto, poucos minutos depois da chegada à praça, um grupo de polícias, numa atitude provocatória, insistiu em identificar e deter as pessoas que se encontravam junto ao carro do som. Com isto, iniciou-se o confronto entre a polícia e os manifestantes que tentaram impedir a detenção destes companheiros e defender-se dos ataques. A polícia utilizou gás pimenta contra a cara de alguns manifestantes e começou a disparar balas de borracha contra quem estava no largo. Um agente chegou a disparar tiros reais para o ar.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Contra a Austeridade Capitalista, Guerra Social!
Escusado será dizer que o rumo da sociedade capitalista não é determinado pelos trabalhadores, mas pela burguesia, graças à força que a posse do capital lhe confere e por intermédio dos aparelhos partidários que lhe pertencem inteiramente e se vão revezando no poder. Se esse rumo que veio a ser delineado a partir de cima no decurso das últimas décadas conduziu a um beco sem saída, não será isso a impedir a classe dominante de tentar resolver o problema da maneira habitual: pondo-o às nossas costas.
Não, trabalhadores que somos, não nos compete preocuparmo-nos com o crédito, a banca, a dívida pública, as agências de rating, o FMI, e todo o restante palavreado da economia de crise que agora inunda as páginas dos jornais, mas antes com o desemprego, a precariedade, os salários de miséria, as pensões insuficientes e todos aqueles outros problemas que são efectivamente os nossos e que vemos agravarem-se dia após dia.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Arraial do 25 de Abril
O Núcleo de Lisboa da AIT-SP vai estar presente com uma banca no Arraial do 25 de Abril
Miradouro de São Pedro de Alcântara, em Lisboa
Dias 29 e 30 de Abril
das 19h à 1h
Aparece!
Miradouro de São Pedro de Alcântara, em Lisboa
Dias 29 e 30 de Abril
das 19h à 1h
Aparece!
sábado, 16 de abril de 2011
Pela solidariedade urgente com a greve geral na Bolívia!
Acontecimentos de extrema importância estão a ocorrer neste momento na Bolívia. A federação de sindicatos “Central Obrera Boliviana” organiza uma greve geral por tempo indeterminado desde o dia 7 de Abril. Os principais grevistas são mineiros, professores, trabalhadores da saúde e da assistência médica e social. As reivindicações dos grevistas são: aumento salarial geral de 15% para todos os trabalhadores dos sectores privado e público, a abolição das previstas reformas neoliberais da segurança social e da saúde, a preservação da autonomia universitária, etc.sexta-feira, 15 de abril de 2011
1º de Maio de 2011 – Manifestação Anti-Capitalista em Setúbal
:: Chamada à recuperação da tradição combativa e anti-autoritária do “dia do trabalhador”::
{Chamada a uma mobilização geral}
Desde o grupo de pessoas que compõem o recém-formado colectivo anarquista *Terra Livre* de Setúbal queremos convocar uma manifestação de indivíduos, grupos, colectivos, espaços ou sindicatos apartidários, anti-autoritários, anti-políticos ou autónomos para o Domingo 1º de Maio de 2011.
Desejamos fazer desta data um marco de mobilização não controlada por nenhuma força partidária, por nenhuma central sindical, ou qualquer força de repressão e controlo do Estado.
Desejamos recuperar o seu carácter de mobilização geral de trabalhadores, desempregados, estudantes e de todos quantos anseiam por uma sociedade nova, livre de violência capitalista, jogos partidários e repressão estatal.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Jornadas Internacionais de Luta Anarco-Sindicalista contra as fronteiras e em solidariedade com os/as trabalhadores/as imigrantes
O 24º Congresso da AIT decidiu (no seguimento de uma proposta da AIT-SP) que as Secções da AIT se mobilizassem para desenvolver, durante as duas semanas antes do Primeiro de Maio de 2011, uma campanha anarco-sindicalista internacional contra as fronteiras internacionais e em solidariedade com os/as trabalhadores/as imigrantes.
Apresentamos uma citação da decisão: “Os problemas das fronteiras e da xenofobia são armas que o Estado, o Capital e os políticos de diversas tendências usam para dividir os/as trabalhadores/as, escondendo a verdadeira razão por trás da degradação da sua condição. É dever de uma organização internacional de trabalhadoras/es revolucionárias/os internacionalistas, como a AIT, promover a solidariedade entre todos/as os/as trabalhadores/as, ‘nacionais’ ou não.
Apresentamos uma citação da decisão: “Os problemas das fronteiras e da xenofobia são armas que o Estado, o Capital e os políticos de diversas tendências usam para dividir os/as trabalhadores/as, escondendo a verdadeira razão por trás da degradação da sua condição. É dever de uma organização internacional de trabalhadoras/es revolucionárias/os internacionalistas, como a AIT, promover a solidariedade entre todos/as os/as trabalhadores/as, ‘nacionais’ ou não.
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