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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Novo protesto em frente ao Hotel Vincci de Lisboa

Na tarde de 29 de Janeiro, a AIT-Secção Portuguesa realizou um novo protesto em frente ao Hotel Vincci na Baixa de Lisboa. Nesta segunda concentração em solidariedade com o companheiro Manuel Puente, da CNT-AIT Granada (Espanha), que foi despedido pelo Hotel Vincci de Granada, quando se encontrava de baixa, após ter sofrido um acidente laboral, voltou a exibir-se uma faixa e um cartaz que informava sobre a situação e distribuíram-se vários comunicados a quem por ali passava, incluindo clientes e trabalhadores do hotel.

A certa altura, uma pessoa que se pensa estar ligada à gerência do hotel (o que não foi possível confirmar), tentou em vão intimidar as pessoas presentes, alegando que não era permitido permanecerem em frente ao hotel, mas não houve depois qualquer incidente.

Após duas horas de concentração frente ao hotel Vincci, distribuíram-se os restantes comunicados numa rua ali próxima.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Protesto em frente ao Hotel Vincci de Lisboa



 No dia 15 de Janeiro, a AIT-Secção Portuguesa realizou uma concentração de solidariedade em frente ao Hotel Vincci da Baixa de Lisboa (a única unidade desta cadeia de hotéis em Portugal). Durante cerca de uma hora foram distribuídos comunicados a trabalhadores e clientes do hotel, assim como aos transeuntes. Exibiu-se uma faixa e um cartaz onde se lia, respectivamente, “Face à exploração laboral não cruzes os braços! Organiza-te e luta!” e “Hotel Vincci-Granada explora e despede vítima de acidente laboral! Readmissão Manuel Puente!”.


Esta acção respondeu a um apelo do sindicato CNT-AIT de Granada (Espanha) para a realização de concentrações no dia 15 de Janeiro em frente a hotéis da cadeia Vincci, em solidariedade com o seu membro Manuel Puente, que foi despedido pelo Hotel Vincci de Granada, quando se encontrava de baixa, após ter sofrido um acidente laboral. Esta cadeia de hotéis tem unidades sobretudo em Espanha, mas também na Tunísia, Estados Unidos e Portugal.

Texto do comunicado distribuido: 
http://ait-sp.blogspot.com/2011/01/o-hotel-vincci-explora-e-despede.html

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O Hotel Vincci explora e despede!


Solidariedade com Manuel Puente, vítima de acidente laboral e despedido pelo Hotel Vincci de Granada (Espanha)

Esta cadeia de hóteis possui um hotel na Baixa de Lisboa (Rua do Comércio, nº 32 a 38)

A cadeia de hotéis Vincci despediu Manuel Puente, membro do sindicato CNT – Confederación Nacional del Trabajo (secção da AIT em Espanha) que trabalhava há mais de sete anos no hotel Vincci de Granada, quando se encontrava de baixa após ter sofrido um acidente de trabalho. Este acidente provocou-lhe lesões físicas que o impedirão de trabalhar durante vários anos.

A prática laboral desta cadeia de hotéis destaca-se pelos despedimentos premeditados nos últimos meses, pelo recurso reiterado a empresas de trabalho temporário em detrimento do emprego fixo e pelo incumprimento sistemático do acordo colectivo do sector. Mas destaca-se fundamentalmente pelos níveis cada vez maiores de exploração exercida sobre os trabalhadores, que se vêem obrigados a trabalhar horas extraordinárias, em funções diferentes daquelas para que foram contratados e sujeitos a todo o tipo de agressões contra os direitos mais básicos de qualquer trabalhador.

Por isso, solidarizamo-nos com o companheiro Manuel Puente e com o sindicato CNT de Granada, que vêm denunciando e lutando contra este despedimento, que não é um caso isolado no quadro da exploração a que se encontram submetidos os trabalhadores. Neste dia, juntamo-nos às acções de protesto realizadas simultaneamente em hotéis da cadeia Vincci por toda a Península Ibérica.

Sabemos que a exploração e os atropelos à dignidade dos trabalhadores são comuns na indústria hoteleira e apelamos à auto-organização, união e solidariedade entre os trabalhadores - de todos os sectores e situações -, única forma de fazer frente aos desmandos dos patrões.


Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa

aitport@yahoo.com
http://ait-sp.blogspot.com

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Feira do Livro Anarquista de Compostela (Galiza)


A CNT de Compostela organiza a Primeira Feira do Livro Anarquista de Compostela. Diferentes editoras livres e anarquistas do Estado Português e Espanhol estarão presentes com suas bancas de venda durante os dias 9 a 11 de Setembro. O evento terá lugar na Casa das Asociacións do bairro de Conxo, e contará con diversas actividades paralelas e complementárias.

A quinta 9 de Setembro terá lugar a inauguração da Feira, às 16:30 horas. A continuação as bancas estarão disponíveis para o público. ÀS 19:30 terá lugar a primeira palestra da feira: Felix Rodrigo Mora disertará sobre Crise e utopia no século XXI.

Na sexta 10 de Setembro Xabier VAlle oferecerá uma palestra, tambem às 19:30, sob o título Cem imagens para um centenário. CNT 1910 - 2010, no que falará dos cem anos de história da organização anarco-sindical em base a cem imagens.

O sábado 11 de Setembro terá lugar, às 19:30, uma mesa redonda na que participarão várias das editoras presentes na feira (Aldarull, FAL, La Felguera e Estaleiro) em base ao tema Edição à margem. Finalmente, o encerramento da feira terá lugar às 21:30.

Acompanhando à feira, poderá ser visitada em qualquer momento uma interessante exposição intitulada Dinamite cerebral. O livro anarquista na Galiza (1837 - 1974), preparada pelo historiador e militante libertário Eliseo Fernández.

Aliás, durante a feira suceder-se-ão diversas apresentações das novidades editoriais das editoras presentes na feira, actos que serão anunciados neste web durante a semana.

O horário da feira será o que segue:

Quinta: 16:30 - 21-30.

Sexta e Sábado: 9 - 14; 16:30 - 21-30.

Se alguma editora tem interesse em participar da feira, e não foi contatada pela CNT, pode fazé-lo nos vindouros dias ligando para o telefone 981 590 910 ou no correio-e compostela@cntgaliza.org

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Conversa em Salamanca: "Represión y situación actual del movimiento libertario en Portugal"


Sábado 24 de Abril, 18:00
"Represión y situación actual del movimiento libertario en Portugal"
a cargo de la sección portuguesa de la AIT (AIT-SP)

en el local de CNT-AIT (Avenida de Italia, 24-26) - Salamanca (Espanha)

organiza: CNT-AIT Salamanca e F.I.J.A.
http://salamanca.cnt.es/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

30 de Maio - em Almada: ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE com a presença de companheiros da CNT-AIT


ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE

Com a presença de companheiros da CNT-AIT de Jaén (Andaluzia)


Partilha de experiências de membros da secção sindical da CNT (secção da AIT em Espanha) na fábrica de computadores Séneca de Jaén, cujos trabalhadores permanecem em greve há quase três meses em reivindicação de pagamentos em atraso e outros direitos.


30 de Maio – 16h – Centro de Cultura Libertária

Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. - Cacilhas - Almada



domingo, 22 de fevereiro de 2009

CNT-AIT convoca greve geral no município de Lebrija (Sevilha)

Primeira greve motivada pela crise em Espanha teve adesão de 90%

No dia 18 de Fevereiro, a CNT convocou no município de Lebrija (Sevilha), uma greve geral a favor da criação de uma bolsa de trabalho sob controlo popular, que administre a distribuição dos trabalhos da autarquia, de forma a evitar os clientelismos do PSOE e da UGT e a garantir que existe uma repartição justa do trabalho entre as pessoas que mais precisam, nesta povoação assolada pelo desemprego.

A luta teve início ainda o ano passado, neste município de 26 mil habitantes, após queixas ao sindicato por companheiros que se viam preteridos dos concursos para empregos do Ayuntamiento (Câmara Municipal), por não pertencerem às clientelas do PSOE, partido que governa a autarquia em conjunto com a Izquierda Unida.

O sindicato discutiu o problema e propôs a criação de uma Bolsa de Trabalho sob controlo popular, pela qual teriam de passar as contratações feitas pelo Ayuntamiento, para assegurar uma boa repartição e rotatividade do trabalho, especialmente entre as pessoas com mais dificuldades económicas.

Em 31 de Janeiro, a CNT apresentou a sua proposta numa assembleia convocada na Casa da Cultura do Povo, perante uma assistência de 250 pessoas. Após a assembleia as pessoas deslocaram-se em manifestação até ao Ayuntamiento. No dia seguinte, repetiu-se o mesmo, mas já com 300 pessoas. No dia 6 de Fevereiro manifestaram-se 500 pessoas e no dia 7 de Fevereiro 2500 pessoas!

Face ao não atendimento das reivindicações, a CNT-AIT e o Comité de Cidadãos de Lebrija convocaram uma greve geral no município de Lebrija para o dia 18 de Fevereiro, reivindicando também às empresas o fim dos despedimentos injustificados e arbritários de trabalhadores, assim como a repartição do trabalho, através da eliminação das horas extras e da contratação de trabalhadores.

A greve teve uma adesão que se estima em 90%. A totalidade do pessoal dos supermercados Dia, Lidl, Eroski, Mercadona e Carmela, assim como os padeiros e os bancários aderiram à greve a 100%. O mesmo aconteceu no sector de serviços e construção, nos bares e restaurantes e nas principais obras do município. Os piquetes de greve apenas encontraram em funcionamento uma gasolineira, duas cafetarias e o mercado de abastecimentos composto por umas oito famílias que vendem frutas.

Esta foi a primeira greve realizada em Espanha devido à crise e pela repartição justa do trabalho.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Espanha: Manifestações contra o Plano Bolonha e a privatização da educação


Companheir@s da CNT e das associações autónomas na manifestação de Madrid (22/10/2008)


Companheir@s da CNT e das associações autónomas na manifestação de Madrid (22/10/2008)


Companheir@s da CNT-AIT na manifestação contra o Plano Bolonha em Málaga (22/10/2008)

Em Portugal, o processo de Bolonha foi aplicado praticamente sem contestação, mas em Espanha, como noutras regiões da Europa, sucedem-se as manifestações contra o Plano Bolonha e contra todas as leis que vão levando à destruição da escola pública e à transformação das escolas e universidades em espaços privatizados e elitistas, que apenas reforçam a competição e a ausência de solidariedade, próprias das sociedades capitalistas.

O dia 22 de Outubro foi data de mobilizações, em várias cidades do Estado espanhol, contra a reforma educativa associada ao Plano Bolonha, contra a privatização do ensino e contra a degradação da escola pública.

Sobre o processo de Bolonha escreve o Sindicato do Ensino e Intervenção Social da CNT-AIT de Madrid (http://ensemad.cnt.es/):

«A mercantilização da universidade. O Espaço Europeu de Educação Superior (Bolonha)

«Os objectivos deste processo não são aqueles que a universidade cumpriu tradicionalmente. Qualquer modelo educativo superior fica sujeito a uma nova definição de estratégias produtivas do capitalismo internacional. A «Europa do conhecimento”, que se pretende alcançar a partir de 2010, preconiza que o objectivo fundamental do processo de Bolonha é “fazer da Europa a economia mais competitiva e dinâmica do mundo, baseada no conhecimento”. Não uma Europa melhor formada, nem uma Europa mais culta, nem tampouco uma Europa mais reflexiva, crítica e solidária. A transformação da universidade deve assim ser conforme com um espaço destinado a satisfazer os interesses das grandes corporações económicas, tecnológicas e mediáticas da Europa, dando primazia aos interesses económicos sobre os formativos, científicos ou culturais.
«A implantação deste processo acarreta a drástica transformação da estrutura universitária, configurando um sistema educativo de bases elitistas, que limita o total de pessoas que podem obter um curso universitário. As universidades são, portanto, obrigadas à delineação de programas com estruturas circunscritas a muito poucos ramos, com um número reduzido de cursos, nos quais os estudos humanísticos e culturais são relegados para um destino marginal.
«Este é apenas um pequeno resumo que deixa já em evidência o que o Espaço Europeu de Educação Superior pretende fazer na universidade. Existem movimentos de recusa tanto no Estado espanhol como noutros Estados europeus e pode destacar-se a recusa frontal deste plano por parte do Reino Unido.»


O Sindicato do Ensino e Intervenção Social da CNT-AIT de Madrid propõe a organização autónoma de todos os que estão fartos de assistir à brutal degradação da escola pública e da universidade, estudantes e trabalhadores do ensino, fora de qualquer organismo estatal ou de sindicatos burocráticos e subvencionados.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

CNT-AIT e IWW declaram guerra à Starbucks


O Sindicato de Trabalhadores do Comércio e Hotelaria da CNT-AIT (secção espanhola da AIT) em Sevilha, juntamente com o Sindicato de Trabalhadores da Starbucks de Grand Rapids (no Michigan- E.U.A.) da Industrial Workers of the World (IWW, uma outra organização internacional de carácter sindicalista revolucionário) convocaram um Dia Global de Acção contra a Starbucks para dia 5 de Julho próximo.
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A Starbucks, multinacional de cafés, é conhecida pelas más condições de trabalho e de pagamento que oferece aos seus empregados. Tem também vindo a prosseguir uma estratégia de combate à organização sindical dos seus trabalhadores.
O último caso de repressão sobre trabalhadores que se tentam organizar para fazer frente à exploração ocorreu em Sevilha, onde a companheira Mónica foi despedida por estar a organizar uma secção sindical da CNT-AIT naquela empresa.
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O Sindicato de Comércio e Hotelaria da CNT-AIT em Sevilha faz o seguinte apelo: «No nosso sindicato não vamos permitir a repressão sindical sobre a nossa companheira, e vamos lutar pela sua readmissão. A CNT declara guerra à Starbucks, e vamos iniciar uma campanha internacional, para a qual contamos com a solidariedade de toda a Associação Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras e de outros sindicatos de base como os da IWW. Pedimos a toda a CNT e a todas as secções da AIT solidariedade, da seguinte maneira:
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1 - Envio massivo de correios electrónicos de solidariedade, para o seguinte e-mail: hschultz@starbucks.com e atencionalcliente@starbucks.com
O texto que sugerimos é: «Monica readmisión, Stop Represion Sindical».
2- Realizar concentrações e demais acções de solidariedade em frente dos estabelecimentos da multinacional.
3- Estamos a organizar um dia de acção global contra a Starbucks, para o dia 5 de Julho de 2008, no qual protestaremos contra a política anti-sindical da corporação, que ficou clara com o despedimento da trabalhadora da CNT e com a discriminação sindical que sofrem os trabalhadores da IWW em Grand Rapids, Michigan, EUA.

Blog da Secção Sindical da CNT-AIT na Starbucks:
http://seccionstarbuckscnt.wordpress.com/