domingo, 29 de março de 2015

Instituto Português de Pedagogia Infantil e Câmara de Odivelas contratam professores a falsos recibos verdes

Cerca de 40 professores das Actividades de Enriquecimento Curricular de escolas do 1º Ciclo de Odivelas encontram-se em situação de falsos recibos verdes.

Foram contratados para leccionar Música, Expressões, Inglês e Atividade Física e Desportiva pelo Instituto Português de Pedagogia Infantil que recebe da Câmara Municipal de Odivelas o dinheiro destinado a estas actividades.

Apesar das condições serem iguais às dos trabalhadores dependentes - com horário, salário e local de trabalho fixos, materiais da empresa, obediência a uma hierarquia, etc. - estes professores não são considerados funcionários e estão em regime de trabalhadores independentes. Alguns estão até há vários anos na Instituição e este ano lectivo viram a sua situação precarizar-se ainda mais.

A instabilidade inerente a um part-time de poucas horas e que conduz sempre ao desemprego no Verão, com o fim das aulas, já é uma situação revoltante, mas estas pessoas têm ainda de trabalhar lado a lado com colegas que possuem contrato de trabalho e são obrigadas a fazer por si próprias os descontos para a segurança social. Perdem todos os direitos, como, por exemplo, o subsídio de férias, de natal ou o subsídio de desemprego, a justificação de faltas, etc. e vivem ainda em insegurança, pois podem ser despedidas a qualquer momento…

Todos sabemos que a precariedade laboral, o desemprego e os salários de miséria são um problema da grande maioria dos trabalhadores, seja nas empresas privadas, no Estado ou em instituições como esta que se designam de Solidariedade Social!!

Lutemos então com aqueles que sofrem os mesmos problemas que nós e resgatemos a nossa dignidade! Merecemos respeito!

Unidos e auto-organizados, nós damos-lhes a crise!

terça-feira, 24 de março de 2015

Solidariedade com a luta dos trabalhadores do Metro!

Queremos transportes públicos para todos!


Factos:
- O preço dos transportes aumentou cerca de 25% nos últimos 3 anos;
- Há cada vez menos comboios e o tempo de espera é superior;
- Nas horas de ponta, os comboios vão apinhados e as pessoas são obrigadas a viajar sem condições;
- Os administradores do Metro têm salários milionários;
- Em dois anos o Metro despediu 170 trabalhadores/as e pretende despedir mais 190;
- A maior parte dos prejuízos do Metro devem-se ao pagamento de juros swap aos bancos, pois as receitas do Metro dariam para cobrir as despesas de salários aos trabalhadores/as e a manutenção de linhas, frota e estações, se não fosse a especulação financeira;
- Com a privatização à porta, espera-se um caderno de encargos anti-social para utentes e funcionários/as que piorará o serviço;
- As multas para quem não paga bilhete são exorbitantes e agora cobradas pelas Finanças;
- Há mais de 1 milhão e 500 mil desempregados em Portugal e 25% da população vive no limiar da pobreza.

Queremos:
- Reposição das composições cortadas e da frequência horária das mesmas!
- Fim da perseguição discriminatória e da criminalização de quem não pode pagar bilhete ou passe!
- Fim dos despedimentos e da precarização dos postos de trabalho!
- Auto-gestão dos serviços de transportes!


Temos os administradores das empresas de transportes cheios de mordomias: a comprarem carrinhos novos no valor de milhões e a culpabilizarem os trabalhadores e os utentes pelo péssimo serviço que é prestado. Não queremos pagar um serviço que já está pago com os nossos impostos e deveria ser gratuito. A mobilidade deveria ser um direito humano. Cada vez mais pessoas são obrigadas a sobreviver na miséria enquanto os ricos estão cada vez mais ricos!

Todos têm o direito a poder deslocar-se livremente pela cidade, usando os transportes públicos, sem serem multados, perseguidos pelos fiscais e pela polícia.

Exigimos melhores transportes públicos e gratuitos!
Exigimos dignidade! A luta dos trabalhadores do Metro também é a nossa!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Junta e Câmara de Odivelas não pagam a trabalhadores

Cerca de 14 vigilantes patrulheiros de Odivelas, que ajudam nas entradas e saídas das crianças das escolas, estão constantemente com salários em atraso.
Apenas há uns dias a Junta de Freguesia de Odivelas, que recebe o dinheiro da Câmara Municipal, pagou o mês de Janeiro. Os trabalhadores continuam a aguardar o pagamento de Fevereiro e esta é uma situação de precariedade que se repete há muito tempo.
Será que os presidentes da Junta e da Câmara também têm de esperar dois e três meses pelos seus ordenados e ainda ter de insistir para que lhes paguem o dinheiro devido, como se de uma esmola se tratasse?!
Estas pessoas merecem respeito! Que não deixemos este tipo de ataques à nossa dignidade sem resposta!
Solidariedade!

Associação Internacional dos Trabalhadores
Secção Portuguesa - Núcleo de Lisboa


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19/03/2015

terça-feira, 10 de março de 2015

Trabalhemos por uma maior participação das Mulheres no nosso Movimento!


Por ocasião do Dia Internacional da Mulher gostávamos de abordar os problemas que afectam, de maneira desproporcionada, as mulheres nos locais de trabalho, tratando-os duma maneira mais efectiva e aumentando a participação das mulheres no nosso movimento.

Ao falarmos com companheiros seja do movimento anarco-sindicalista, seja de fora deste, podemos ver que ainda há um longo caminho a percorrer até conseguirmos adoptar uma postura organizativa para lutar contra o sexismo nos locais de trabalho. Na recente conferência anarco-feminista internacional, durante a sessão que tratava da organização nos locais de trabalho, apercebemo-nos de que as mulheres tinham queixas e experiências semelhantes, mas poucas delas se dispunham a organizarem-se em torno destas questões nos sítios onde trabalham. Apenas algumas estavam integradas em sindicatos, fossem maioritários ou alternativos.

As razões para isto podem ser muito complexas e envolver também muitas especificidades pessoais. Mas vale a pena discutir este tema. Nalgumas das nossas organizações temos um desequilíbrio de género ou as mulheres vêem-se de algum modo marginalizadas, devido a regras de comportamento que podem estar mais inclinadas para a socialização masculina. No entanto, sabemos todos que o nosso movimento não deveria funcionar deste modo e que a luta pela igualdade não é somente económica, mas sim una luta pela igualdade em todos os aspectos.

Nesta ocasião fazemos um apelo aos nossos companheiros para que abordem estes temas e dêem os passos necessários para fazerem os melhoramentos que forem necessários e para que ponham em relevo o papel das mulheres onde estas se tenham destacado e tenham tido sucesso.

Secretária Geral da AIT

8/3/2015

[Tradução de Portal Anarquista: https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/03/10/ait-trabalhemos-por-uma-maior-participacao-das-mulheres-no-nosso-movimento/]

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A propósito da GRÉCIA …
                        
PARA ALÉM DO DESESPERO:  A INDIGNAÇÃO, A REVOLTA E A AUTO-ORGANIZAÇÃO POPULAR   (o papel do ANARQUISMO e do ANARCO-SINDICALISMO)

As dívidas que os governos e o Estado português contraíram em nome do povo – mesmo daquela parte que não votou em nenhum deles – serviram e continuam a servir  sobretudo para salvar da “crise” os BANCOS que a criaram e para garantir a continuação dos privilégios, luxos e  tachos para governantes, políticos profissionais e demais “representantes” .
 E o que tem a grande maioria da população?... Tem mais POBREZA, mais DESEMPREGO, menos DIREITOS, PIOR SAÚDE, PIOR “SEGURANÇA SOCIAL”, mais (IN)”Justiça”, MAIS CORTES nos “apoios sociais”( subsídios de desemprego, reformas, RSI, e os salários mais baixos da Europa…
 E o que têm tido as cáfilas de governantes, de candidatos a governos, de “secretários de Estado” a diretores dos vários serviços do Estado e grandes gestores privados, de presidentes da república a presidentes de várias instituições privadas e “públicas”?... A ESSES NÃO CHEGA A AUSTERIDADE nem reduções nas suas contas bancárias chorudas, nos bancos daqui …ou da Suíça…

Perante estas atuais e bem visíveis DESIGUALDADES aqui, o facto de na Grécia um pequeno partido como o Syriza - que acabou por ser votado pela grande maioria do povo grego - se propor dar a volta ao texto na situação das “dívidas” do Estado grego ao FMI, ao Banco europeu e às imposições da 1ª ministra alemã Merkel, não pode deixar de gerar a nossa simpatia pelo povo grego .
E pelo governo do Syriza?...  Nisto não deveremos esquecer que na origem da vitória do Syriza está sobretudo, o grande movimento popular –social, laboral, ecológico -  que nos últimos 10 anos não tem parado de se desenvolver nos bairros populares, em locais de trabalho (incluindo HOSPITAIS, alguns deles AUTOGERIDOS e com apoio ativo de anarquistas gregos). Podemos dizer que o voto no Syriza pela maioria da população grega explorada e farta da “austeridade” imposta pela Troika e pelos vários governos,  foi uma última aposta em políticos “representativos” mas que ousaram ir além dos anteriores e se apoiaram nas aspirações de todo um movimento popular de base. O que se seguirá …a ver vamos!

E  EM PORTUGAL?...
Aqui, nem existe o Syriza, nem o BE é o Syriza – nem sequer o “Podemos” espanhol – nem há QUALQUER PARTIDO que possa desempenhar aquele papel… No fundo o medo dos governantes como Passos Coelho, Portas, Cavaco e outros é que aquilo que serviu de base ao Syriza – o forte movimento popular de base – se venha a reproduzir por “contágio” também aqui!...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Trabalho forçado não!

Contratos de Empregabilidade e Inserção

Eis um novo nome para trabalhos forçados e uma nova forma do Estado promover a precariedade dentro e fora dele. Contratos que não são de empregabilidade, porque não te garantem emprego, nem são de inserção, porque apenas és inserido na escravatura contemporânea.

Esta forma de terrorismo laboral serve para camuflar a verdadeira estatística do desemprego (tal como os cursos de formação e a emigração), para fomentar a desregulamentação laboral (tanto em salário, como em horário, vínculo e direitos), incentiva a desmotivação e a marginalização e não satisfaz as necessidades das pessoas.

Herdeira do ex-programa ocupacional de emprego (POC), ofende a dignidade dos trabalhadores chantageados pelo centro de (des)emprego que desempenham funções permanentes (ilegalmente) em autarquias, instituições estatais, entidades de “solidariedade” social (IPSS), em áreas como a saúde, escolas, segurança social (vão agora substituir 700 empregados), centros de dia, recolha de lixo, etc., e até na ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho). Por vezes são gozados pela entidade empregadora quando lhes dão expectativas de um contrato, o que é sempre uma farsa e pode criar quebras emocionais.

É um exército de voluntários à força para diminuir o poder reivindicativo e para aumentar o lucro não só do capitalismo de mercado, mas também do Estado.

Há cerca de 100 mil pessoas nesta situação ultrajante e ignóbil que não têm os mesmos direitos (de contrato, retribuição e protecção a acidentes/doenças profissionais...) do que outros assalariados com quem trabalham ombro a ombro, o que vai provocar atritos e divisões, em benefício de quem os explora a todos (“dividir para reinar”).

Não somos colaboradores, como agora nos chamam, não colaboramos com esta tortura social, a par com os estágios, as máfias das E.T.T. (empresas de terrorismo temporário), etc., mas o que podemos fazer além de denunciar este crime? Propomos que nunca se deixe de lutar quotidianamente, que nos auto-organizemos por locais ou empresas e usemos as tácticas eficazes da sabotagem, várias formas de greve (de zelo, por exemplo), solidariedade e acção directa, que há uma centena de anos atrás levaram à conquista de melhores condições de trabalho e de vida.

28/01/2015

sábado, 24 de janeiro de 2015

Trabalhadores da Amazon, na Polónia, organizam-se com a ZSP para lutar por condições de trabalho dignas!

Concentração da ZSP, secção da AIT na Polónia
Os trabalhadores sentem que foram mal informados acerca das condições de trabalho quando foram recrutados através da Manpower e Adecco.
São sujeitos a dias de trabalho de 10,5 horas, sendo que meia hora dessas é intervalo de almoço não pago; não possuem mais intervalos; são pagos a cerca de 3€ por hora, para realizar um trabalho altamente desgastante, envolvendo ter de transportar à mão caixas grandes e pesadas pelo armazém, devido à falta de empilhadoras. 
As agências deram-lhes a entender que iriam ganhar mais dinheiro, não explicaram que não iriam ganhar mais por trabalhar à noite ou aos Domingos e não mostram claramente nos recibos como calculam os salários.
A AIT-SP está solidária com a luta que a nossa secção irmã, a ZSP, está a travar na Polónia.

Basta de exploração na Amazon!
No more exploitation in Amazon! 
Dość wyzysku

Não somos máquinas!
We are not machines!
Nie jesteśmy maszynami!

Para o envio de protestos: http://amazon.zsp.net.pl/for-better-working-conditions-in-amazon/emailpage/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Contra a precariedade na Orange/Arvato-Qualytel!

Concentração da CNT, secção da AIT em Espanha
A Arvato-Qualytel é uma empresa de serviços de telemarketing e assistência ao cliente para a Orange em Salamanca (Espanha). Essa destrói a possibilidade de emprego estável, ao substituir trabalhos regulares por trabalhos temporários, mantendo assim a maior parte dos trabalhadores em condições de absoluta precariedade.
São centenas de trabalhadores e trabalhadoras que renovam os seus contratos a cada 10, 15, ou 30 dias, tendo a constante ameaça de serem despedidos se não alcançarem os objectivos marcados pela Arvato-Qualytel e a Orange.
Não têm férias, têm menos dias de folga e, obviamente, não têm direito a indemnização se forem despedidos. Isso ocorre apesar de ser garantido o despedimento dos trabalhadores a cada dois anos, de forma a que as empresas não sejam assim forçadas a oferecer contratos permanentes aos seus funcionários.
A inspecção de trabalho confirmou o óbvio: estes contratos temporários são realizados "em fraude". A CNT e a AIT-IWA querem denunciar publicamente este esquema que afecta vários dos nossos filiados que estão à espera dos julgamentos.
Exigimos a contratação directa e permanente de todas as pessoas com contratos temporários, e a readmissão imediata dos nossos companheiros despedidos.
Um ataque a um, é um ataque a todos nós.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Basta de discriminação, assédio sexual e perseguição no Citibank!

Concentração da ZSP, secção da AIT na Polónia
Trabalhadores da Citibank na Polónia estão a enfrentar a corporação multinacional e a exigir o fim dos seus diversos problemas laborais.
Um trabalhador foi despedido após se ter recusado a aceitar uma redução salarial, após regressar de licença de paternidade. Segundo a lei, o trabalhador deveria ter o seu trabalho, ou outro com as mesmas condições, após regressar. A Citibank tentou pagar-lhe e livrar-se dele, mas ele decidiu lutar para recuperar o seu posto de trabalho e, por isso, foi despedido. Agora decidiu processar a empresa.
A ZSP, secção da AIT na Polónia, exige que o trabalhador seja imediatamente readmitido e que terminem os maus-tratos de trabalhadores que estiveram de licença de maternidade/paternidade.
Outro trabalhador está a lutar para obter salário igual ao dos colegas, após descobrir que está a receber somente perto de metade daquilo que os restantes trabalhadores na mesma posição recebem.
A ZSP exige que os salários sejam equalizados na Citibank e que a empresa remova as cláusulas de confidencialidade em relação aos salários.
Por fim, uma mulher foi vítima de assédio sexual no banco - e não é a única. Ela também está a levar a empresa a tribunal.
Apoiamos os trabalhadores na sua luta por condições laborais justas e decentes, livres de assédio e discriminação!

sábado, 20 de dezembro de 2014

Sindicato de oficíos vários do Porto filiado na AIT-SP



Vem conhecer-nos e talvez , encontres o que procuras em termos de luta contra uma sociedade desigualitária , injusta , opressora , individualista e na qual quase tudo se reduz ao poder do mais forte e do mais rico.
Pensa com a tua cabeça e participa  na criação e concretização da tua forma de luta , sem chefes e sem dirigentes, sem subvenções do Estado e sem partidos politicos . Podemos e devemos marcar a diferença para que um dia a sociedade libertária seja efetiva mas, até lá é preciso lutar e acreditar que podemos contribuir para isso à medida das nossas necessidades  e segundo as nossas possibilidades. De que maneira ? Através da solidariedade e apoio mútuo , internacionalização, auto-organização e auto-gestão . Contra o Estado e o Capital porque há outras formas de organização da sociedade (sociedade sem classes ) e porque há outras formas de gerir a riqueza (auto-gestão).


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Congresso extraordinário da AIT decorreu no Porto este fim-de-semana


Nos dias 6 e 7 de Dezembro teve lugar no Porto um Congresso extraordinário da AIT. Em agenda estiveram vários pontos que tinham ficado em aberto no XXV Congresso de 2013, para além de outras moções e iniciativas.  Participaram 80 delegados e observadores de 13 secções e uma organização amiga.
As emoções estiveram em alta durante todo o Congresso e, mais uma vez, alguns assuntos tiveram que transitar para o próximo Congresso, a realizar em 2016. Foi aprovada uma série de novas iniciativas, incluindo a criação de um grupo de media, um projecto histórico e a continuação dos preparativos para as grandes comemorações do centenário (da AIT) em 2022.
Damos as boas vindas à OLS da Suécia como um novo Amigo da AIT. Todos nós ficámos agradados ao saber do trabalho que realizam e do sucesso obtido nalguns conflitos laborais e estamos desejosos de uma cooperação frutuosa no futuro.
Além do Congresso, realizou-se também uma sessão pública na noite de sábado. Delegados do STSI de Madrid, SOV do Porto, OLS, SolFed, ZSP, CNT-AIT França e ASI falaram sobre os diferentes conflitos laborais e as lutas que estão a levar a cabo nos seus países. Infelizmente o tempo acabou antes de todos terem tido oportunidade de falarem. No entanto, foi muito interessante e edificante ouvi-los, reforçando quer as nossas lutas, objectivos e tácticas, quer aumentando a solidariedade e o moral.
Agradecemos aos camaradas da AIT-SP pela organização deste evento e pela excelente preparação do Congresso!
Esperamos que no ano que está quase a começar as nossas novas iniciativas se comecem a desenvolver, que as secções continuem empenhadas nas suas batalhas locais e que a coordenação internacional seja melhorada.
Agradecemos também a todas as organizações que enviaram saudações solidárias ao Congresso.

Secretaria Geral
Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA)